15 de julho de 2013
Minha vida sem mim
7 de fevereiro de 2013
“Os Miseráveis”: Um convite para olhar para baixo
O meu texto original foi publicado no Ambrosia, mas como ele foi feito as pressas e algumas coisas passaram batido na revisão do editor, eu resolvi reescreve-lo aqui no blog.
8 de agosto de 2012
ao vento ...
13 de junho de 2012
Morando com estranhos
7 de março de 2012
HQ Front e a sua biblioteca
algo e perceber que não estamos sós no mundo, que outras pessoas pensam como
nós e sofrem as mesmas coisas que a gente. Cada um a sua maneira.
Por isso que me apaixonei pela Revista Front da Editora Via Lettera.
Suas capas chamam a atenção e ao abrir aquele exemplar você se depara com
quadrinhos, contos e ilustrações que definem os nossos medos, alegrias,
sentimentos, revoltas ...
O HQ Front segue a linha de trabalho colaborativa que mistura
novatos com veteranos, brasileiros com gringos, incentivando assim a variedade
dos estilos e a diferenciação dos roteiros.
Cada edição tem um tema específico como Arte, Amor, O Estranho, Trabalho,
Violência, Infância, Medo, Morte, ódio, Sonho. Sempre buscando vivenciar alguma
sensação. Sempre com ilustrações em preto e branco e tons de cinza que dão um certo ar melancólico para as histórias.
Em sua trajetória, já conquistou muitos prêmios como :
- HQ
Mix 2001
Revista Mix
Projeto Editorial
Desenhista Revelação - Samuel Casal
- HQ
Mix 2002
Revista Mix
Projeto Editorial
Desenhista Revelação - André Kitagawa
- HQ
Mix 2003
Revista Mix
Projeto Gráfico
Desenhista Nacional - Samuel Casal
Desenhista Revelação - Bueno
-
HQ Mix 2007
Publicação Mix
Roteirista Revelação - Daniel Esteves
Claro que, como em qualquer publicação há alguns participantes que
deixam a desejar e algumas histórias que não chegam a lugar nenhum. Mas no contexto
é um ótimo HQ que eu recomendo para a sua coleção.
Só lamento pela briga que o Conselho editorial teve com a Editora
Via Lettera e por isso o projeto não existe mais. Mas estou torcendo para que
eles consigam (pelo menos) lançar a última edição sobre Música, que inclusive
está pronta desde 2008.
No site http://www.vialettera.com.br/front/edicoes/index.htm
é possível ler algumas gratuitamente. Lets Go!
12 de janeiro de 2012
O sonho de Woody Allen
Mas chega de promessas e vamos logo ao que interessa.
Depois de passar muita vontade, finalmente consegui assistir ao filme Meia noite em Paris. O filme é extremamente envolvente e com uma magia surreal, coisa que só Woody Allen é capaz de fazer.

Quem nunca teve vontade de viver em outra época que não é a sua? O protagonista da história é o Gil (Owen Wilson), um roteirista americano que quer ser escritor e é apaixonado pela lindíssima Paris dos anos 20. E tenho que concordar, Paris deve mesmo ficar mais bonita quando chove.
Ou seja, o protagonista gostaria de viver em uma época em que os grandes artistas viviam, faziam reuniões, iam aos cafés para terem conversas inimagináveis e dançar. Paris era o centro de grandes artistas e Gil queria fazer parte dessa nata.
Loucura ou não, ele consegue realizar esse desejo. Sempre após as baladas do início da madrugada ele recebe a carona de um estranho e de repente ele se vê conversando e vivendo com os grandes astros da época como os escritores F. Scott Fitzgerald e Ernest Hemingway, o músico Cole Porter, o pintor Pablo Picasso e o cineasta Luis Buñuel, dentre outros.
Como eu gostaria de receber uma carona e voltar para os anos 50 nos EUA. Imaginem, poder ir aquelas lanchonetes incríveis, dançar muito, poder ir ao show do Elvis Presley, do Jerry Lee Lewis e muitos outros. Praticamente viver um Grease. Haha
Aposto que o meu namorado gostaria de voltar para os anos 80. Poder ver bandas de rock incríveis em uma performance perfeita, com os integrantes originais, quem sabe até poder conversar com eles ou até mesmo tocar com eles. Ia ser o máximo, hein?
E você gostaria de voltar para qual época?
É tem coisas que só Woody Allen consegue lhe proporcionar! *_*
21 de janeiro de 2011
Feliz 2011??
Porém prometo voltar a postar regularmente. ^^
Feliz 2011 para você ... mesmo depois de 21 dias do ano novo =P
Comecei 2011 com o pé direito e com um espaço preenchido no meu coração. Como é bom amar e ser amado né? Depois conto detalhes, por enquanto fiquem com uma música fantástica do cantor mais phoda.
Beijoks
29 de novembro de 2010
Aventuras de um TCC
Mas sempre há os seus probleminhas, né?
Brigas e discussões passam a ser frequentes e sem contar a total falta de comprometimento de algumas pessoas.
Desde a escolha do tema o meu grupo vem discutindo, coisas banais aconteceram e coisas bem tensas também.
É incrível como no último ano de faculdade existem pessoas que copiam coisas da internet e acham que ninguém vai descobrir, incrível como uma pessoa não sabe e não quer usar as normas da ABNT, e ainda alega que não sabe usar. Acho que essa pessoa não conhece o GOOGLE.
Ou então a pessoa que não sabe organizar o seu tempo. Trabalhar, estudar, namorar, sair com os amigos, família ... Todos TEMOS que fazer essas coisas, mesmo durante o TCC para não pirar, mas tem pessoas que não conseguem fazer as coisas dentro dos prazos e sempre tem uma desculpa na ponta da língua.
Eu tenho amigos me odiando muito por eu ter “sumido” nos últimos dias, minha mãe reclama do computador ligado até de madrugada, o love reclama que eu saio cedo de um role para terminar alguma coisa do trabalho. E ai?
Acho que a palavra mesmo é comprometimento.
Mas enfim, a primeira parte está feita e foi entregue hoje.
Estou com medo e mega ansiosa. A pré-banca é na semana que vem, dia 06/12.
E estou com medo também. Medo do que algumas pessoas podem vir a me proporcionar no ano que vem. A parte mais jornalística do TCC e a mais tensa.
OBS: este post é um desabafo
13 de outubro de 2010
Aventura em Itu
Quando o SWU foi anunciado, rolou uma certa euforia.No início eu fiquei puta com os valores, até que eles lançaram o lote promocional de R$95,00 reais em 6x sem juros. Opa! Fizeram a alegria da pobre aqui. haha
Queria ter tido grana para ir nos outros dias, mas o dia 11 foi fantástico e era o que tinha a quantidade de bandas que eu mais gostava.
A ansiedade foi enorme, quase não dormia direito. No dia 11 ás 07h30 já estava no metrô Saúde com a galera para encontrar a empresa que nos levou para ITU. Muita animação. Até chegarmos-la.
Com um pequeno atraso chegamos em Maeda umas 10h30 e corremos para a fila. A abertura dos portões estava prevista para as 12h. Ficamos esperando ... e nada. Os monitores não sabiam explicar o motivo da demora, o sol começava a ficar mega forte e então quando deu umas 14h00 nos liberaram.
Só que o "inferno" estava apenas começando. Sim, tinha mais uma entrada onde seriamos revistados. Só que demorou muito, todo mundo aglomerado (por que juntaram também as pessoas que estavam na outra entrada), e começaram a nos dizer coisas que não poderiam entrar como desodorante, maquiagem, perfume, etc.
Uma galera se revoltou e começou a chover, literalmente, bolacha, desodorante, papel higienico e tudo mais que vocês podem imaginar. Foi uma "porquisse" sem tamanho. Tudo isso para uma mulher olhar a minha mochila por cima, ela se quer colocou a revirou ou colocou a mão dentro para ver o que tinha.
Então eu achei que ia conseguir entrar, mas a alegria durou pouco, depois da zona eles queriam que a gente se dividisse (homens de um lado e mulheres de outro) para a segunda revista. Demorou muitooo e para variar os homens passavam e a mulherada continuava.
Nunca vi tanta confusão!!!


O lugar era enorme e tinha muitos stands legais como a da revista Rolling Stones, o do Fast da Nestle, as bikes para dar uma esquentadinha e uma torre de Heineken. Tirei várias fotos, mas acabei perdendo a máquina, por isso as fotos daqui são de amigos ou da net. =/
A estrutura dos palcos foram fantásticas, os shows maravilhosos.
Depois para os queridos do Linkin Park, pena que o novo CD não está tão legal quanto os outros, mas as músicas antigas agitaram e foram fantásticas. E o Queens Of the Stone Age, o que foi aquele show? Os caras são demais, me surpreenderam.
17 de agosto de 2010
Bienal 2010
A maioria das vezes vou apenas para passear, pois vamos falar bem a verdade. A Bienal não é um evento de descontos, mas sim de quantidade e de qualidade, que se resume em reunir várias editoras e trazer até mesmo livros "raros". Se você for com o pensamento de "vou atualizar horrores a minha biblioteca particular" mas não vai com muita grana. Sorry.
Mas não quero desmotiva-los, muito pelo contrário. A Bienal desse ano foi bem diferente e pode se resumir em apenas uma palavra: FANTÁSTICA.
Por 2 motivos.
Primeiro, consegui comprar 2 livros do Bukowski, o "O amor é um cão dos diabos" tava difícil viu, nem em Sebo eu estava dando sorte. Consegui achar um livro do Contardo Caligaris. Livros que foram muito bem indicados e depois eu conto como foi a leitura.


Como não poderia deixar de ser fui ver a palestra "O que é ser jornalista". Com nada mais e nada menos com o Caco Barcellos e o Rafael do programa 'Profissão Repórter', o Alberto Dines do Observatório da Imprensa, o Armando Antenore da revista Bravo! e a Lilian do Projeto Viração.
Simplesmente fantástica!!!
As palavras do Caco me fizeram pensar que eu quero ser uma "jovem jornalista" assim como ele é e se considera té hoje, "Quando eu estava chegando, uma pessoa me parou no estacionamento e me perguntou se eu estava no melhor momento da minha vida e da minha carreira. Pensei um pouco e respondi que sim, estou muito feliz e o mais legal é que essa felicidade é examtamente igual aquela que eu sentia no início da carreira. E a mesma alegria que senti durante todos esses anos".
Fofo demais né? Ele manda super bem e faz a gente se sentir bem com a profissão que escolhemos. Assim com o Alberto Dines que afirmou não ser contra a internet, mas que ainda acredita no banco de dados que é a troca de experiência por faixa etária. "A experiência humana é a coisa mais fantástica do mundo, um privilégio chamado convívio".
Rafael concorda com ele, mas também falou sonbre como saber usar a internet a seu favor.
A Lilian foi a revolucionária da roda. Afirmou que criou o projeto (para os jovens falarem) pois queria colocar as ideias em prática, "Queriamos ver como os jovens iam pautar a sociedade, o que eles pensam sobre o que os certa, eles falam aquilo que querem falar para o mundo inteiro".
Além disso todos comentaram que o 'ser jornalista' não é luxo e não há privilégios, a não ser a conquista pessoal. Afirmando sempre que um profissional tem que desconfiar de tudo, tem que ser crítico "Se não ele não é jornalista, mas sim meio jornalista", concluiu Dines.
Armando comentou que na faculdade aprendemos somente sobre a grande mídia e que nem sempre ela é o melhor caminho para se fazer um bom jornalismo, "Os músicos já fazem isso, eles usam a internet para divulgarem os seus trabalhos e as suas ideias. Com o jornalismo não pode ser diferente, temos que nos adaptar e fazer o que queremos, mesmo que não vá viver apenas isso".
Ai ai, saí mega satisfeita da feira. E a cada dia que passa sabendo que escolhi a profissão certa.
Para terminar cada um indicou um livro ou autor:
Caco - Suje-se Gordo
Rafael - Hiroshima
Dines - Cao Mai
Armando - Guimarães Rosa
=**
26 de julho de 2010
O Caso Cine Belas Artes
A internet é uma ferramenta fantástica e temos que usá-la em prol da cidadania, temos que saber a impotância e a força que essa ferramenta nos oferece.
Por isso o grande amigo Thiago Meia e eu, além de algumas (poucas) pessoas no twitter, estamos fazendo uma campanha para ajudar o Cine Belas Artes a ganhar um novo patrocinador.
O Cinema foi inaugurado na década de sessenta e já passou por vários "perrengues" até que o cineasta André Sturm, da Pandora Filmes assumiu a direção do Cine junto com a O2 de Fernando Meirelles. Foi ai que aconteceu o patrocínio do banco HSBC, mas em Março desde ano o banco deidiu reincidir o contrato, como pode ser visto aqui
.
Sturm afirmou que se não conseguir um patrocinador terá que fechar o cinema.
Várias pessoas estão se mobilizando, vários jornais noticiaram o fato, mas infelizmente ninguém parece querer patrciná-lo.
O blog Patrocinem o Cine Belas Artes , foi criado com a intuição de chamar a atenção de alguns empresários e está divulgando a programação do cinema. Assim como o Twitter @belasartescine que mostra as novidades.
Até o mês de setembro 17 restaurantes paulistanos criaram a campanha "Salve o Belas Artes: Tudo Pode Dar Certo”, onde de segunda a quinta você assiste a um filme por R$5 e ainda ganha uma sobremesa em um desses restaurantes.
Vamos lá, juntem a galera para ir ao cinema, coloquem no twitter a hashtag #salvemobelasartes.
Pois é triste saber que ele pode ser substituído por um puteiro ou coisa parecida.
=**
13 de julho de 2010
Rock in life

Eu com 6 anos, na casa da minha vó com a minha mãe (meus pais tinham acabado de se separar) e no nosso pequeno quartinho eu assobiava Patience do Guns. e ficava de um lado para o outro cantando "Dream On, Dream On, Dream On" sem parar pois eu não sabia cantar o resto da música do Aerosmith. Sem contar que quando eu vi uma foto do Bon Jovi falava "moço bonito!", bom gosto desde sempre. há
O mais engraçado é que quando eu ia para a casa do meu pai (na época ele era um pai de verdade), ele me falava que essas bandas que minha mãe gostava eram muito ruins e que eu tinha que escuta coisa boa. Os exemplos que tive dele? Sex Pistols, Bad Religion, Dead Kennedys e por ai vai.E como eu queria agradar a todos e eles também queriam me agradar, acabava escutando de tudo. Tenho fotos lindissimas dessa época (preciso scanear) em que eu estou usando um all star de cano alto *_*
Com o tempo vamos amadurecendo e criando o nosso prórpio estilo, os amigos acabam nos influênciando e tals, mas nunca deixei de escutar Rock. Havia brigs homéricas com a minha irmã, disputavamos o rádio, pois como toda família tem uma olvelha negra ... a minha irmã se tornou pagodeira.
No colégio comecei a conhecer mais de metal, o meu primeiro namorado era vidrado em Metallica e me fez ficar viciada também. Achava o máximo andar com ele e
os amigos dele. Aprendi muito e conheci muitas bandas novas.Tive amigos que me falavam "Você tem que conhecer essa banda", e como eu era meio "Pop" na escola fiquei amiga de muita gente que curtia de tudo e o melhor eles sempre me davam os cds. Sempre gostei de conhecer coisas novas, com eles conheci The Cult, The Verve, Foo Fighters, Nirvana, Offspring, Blind Pigs, NOFX, MXPX, The Doors, entre outras coisas.
Nessa época aprendi a tocar violão. Comecei na igreja e depois os amigos foram tomando esse lugar.
E eis que conheço uma banda chamada "Tróia", eles tocavam HC melódico e me chamaram a atenção. Ficamos muito amigos e além de organizar os shows conheci muitas bandas como Millencolin, Dead Fish, Ignite, Face to Face, Alexisonfire, Nitrominds e também comecei a frequentar a cena "Under". Conheci o Hangar 110 e a Tribe House que faziam mega sucesso e acabei tendo contato com bandas como Sugar Kane, Houdini, Envydust, Fresno e NX Zero (no começo eles eram bons).Época muito divertida! Todos os meus amigos tinham bandas e eu também tive uma, banda Sêmem. Isso mesmo, uma banda com 5 meninas que infelizmente não vingou. Tivemos até um bar que se chamava "ZN Atack", era o nosso "point", nos encontravamos todo o domingo para conversar, ouvir a banda de nossos amigos e trocar experiências. Foi nessa época que aprendi a andar de Skate.

Algum tempo depois, já na faculdade, tive um aniversário em um bar novo que se chamava "The Clock". Assim que entrei no lugar já me apaixonei, na época era bem vazio (diferente de hj, que há brigas para se ter uma mesa), aquele lugar com aparência de lanchonete dos anos 60, com os bancos de vinil vermelho, as pessoas dançando e a banda fantástica com um vocalista de topete e la Elvis.
Me apaixonei e não consegui mais parar de frequentar o lugar, até trabalhei lá, fiz grandes amigos de músicos a clientes que me mostraram como dançar é bom e como ouvir bandas fantásticas como Beatles, Elvis, Jerry Lee Lewis, Johne Cash, Dick Brave, Carls Perkings, Bill Haley & His Comets, Stray Cats ...
Hoje estou muito mais voltada para o Rockabilly, mas não deixo de escutar todas as bandas citadas entre outras. Afinal gostar de uma coisa só é chato, há tanta coisa boa por ai.Gosto de Rock e não de um estilo específico de Rock. Sou eclética, mas curto coisa boa. Esse negócio de Happy Rock não tá com nada, ECA!!!
E viva o dia do Rock!!! \m/
5 de julho de 2010
Toy Story 3 em 3D
no site Adoro Cinema fiquei com uma louca vontade de assistir.
Me lembro quando o 1º foi lançado, minha mãe chegou
em casa do trabalho com o VHS e fomos logo assisir. Eu tinha uns 7 anos e fiquei fascinada com a novidade, afinal foi o primeiro desenho feito em computação gráfica.Só que quando o filme acabou eu comecei a chorar horrores e fui pedir desculpa para as minhas bonecas. Pois eu nunca fui muito boazinha com meus brinquedos.
Ainda tenho algumas Barbies guardadas, um Ken e vários bichinhos de pelúcia. Mas, coitados, todos estão com os rostos rabiscados de caneta, com os cabelos cortados e/ou sujos de tinta guache.
Ai eu falava para minha mãe que ia cuidar bem deles para que eles não ficassem amigos do Chuck e me fizessem uma emboscada.
Nossa como criança viaja!!!! rsrs
E então veio a notícia do 2º e alguns anos depois o 3º, em 3D.
Não estava muito bem devido a morte da minha Dog, mas um amigo me convenceu a ir, prometen
do um dia mega divertido. E foi ^^ No filme Andy já está crescido, tem que ir para a faculdade e decidir o que fazer com os seus bonecos. Só que por um erro eles vão parar em uma creche, onde toda a aventura acontece.
A história do filme é fantástica. Fala muito sobre lealdade e companheirismo, sem deixar de lado a parte cômica que é especialidade da Pixar. E podem ter certeza de que o filme não seria a mesma coisa sem a participação do Ken e o Buzz versão latino apaixonado.

Super recomendado, mas vou dar um conselho de amiga: "Naõ assistam em 3D" pois não fará diferença nenhuma, é apenas um dinheiro que você gasta a mais.
Pior é que mesmo com aqueles óculos imensos, as minhas lágrimas foram percebidas. O final é simplesmente lindo e inesperado, mas confesso que em uma determinada cena me bateu o desespero e eu comecei a falar "Não, o filme não pode acabar assim" haha
Vão ao cinema, curtam o filme, se sintam no filme e chorem. O meu amigo disse que não chorou por que é homem, mas quando ele tirou o óculos vi os olhinhos dele vermelhos.
Ahh, vou terminar o post mostrando um curta da Pixar que pouca gente conhece e que o Antero me indicou. Muito bom ^^ (Pena que não dá para incorporar, mas segue o link).
http://www.youtube.com/watch?v=FFK_XuVqsCQ&feature=fvw
=**
28 de junho de 2010
Quando chega a hora
Aparentemente, depois da operação, ficou tudo bem. Mas aconteceram umas complicações, e o meu psicológico já não estava em seu estado normal. A seguir a história:
Comecei a me lembrar de quando ela chegou em casa, eu tinha uns 12 anos e ela 4 meses. Estava assustada pois vinha do interior, sim Ribeirão Pires. Um dia antes dela chegar, minha irmã e eu fizemos uma votação para decidir o nome dela.
Ponka foi a escolhida por causa do desenho da Pokahontas, nós eramos pequenas e não conseguiamos falar direito, por isso para a gente era Ponkahontas. E a galera resolveu aderir.
Já tive muitos cachorros, mas a Ponka foi a 1ª que eu ensinei a dar a patinha, sentar, deitar e virar de barriga para cima, tudo para ganhar um biscoito. Foi a primeira cachorra que comia sentada, um charme já que os outros comiam em pé.Foi com toda a certeza a cachorra mais alegre e animada que já tive. Sempre correndo, brincando e super atenta. Eu sou muito dorminhoca, mas ela não me acompanhava não, quando o sino da igreja tocava às 12h ela saia correndo para o meu quarto e me acordava a lambidas.
Se não me engano, em meados de 2005 ganhamos mais um integrante na familia. O Billy.
Juntos eles faziam um casal lindo e me deram a linda Jully, que hoje é o amor da minha vida. Como vocês puderam ver o Billy não ficou muito tempo com a gente. Se foi.
E tudo parecia tranquilo, quando em Maio desde ano descobrimos um inchaço na boca da Ponka e um mal hálito mega forte. A levamos ao veterinário mais próximo, de onde nos veio o diagnóstico "Ela tem um tumor que deve ser operado imediatamente".
E assim foi feito.

Ela estava se recupendo bem, ficou banguela apenas de um lado, mas ela nem ligava e continuava alegre a avisar a rua inteira quando chegava alguém em casa. rsrs
Até que 2 semanas depois reparamos que o tumor ainda estava lá, voltamos no médico e ele nos mandou continuar com o medicamento. Só que o negócio foi crescendo muito rápido. Descobrimos um outro veterinário, um pouco mais distante mas com ótimas referências.
E então o diagnóstico: "Esse tumor era maligno, não tinha que ter operado. E ele ainda operou errado por que restou um dente, bem em cima do tumor, o que pode machucar mais ainda". Então mudou os remédios.
Desde o começo eu não estava muito bem psicologicamente. Eu cuidava dela, dava remédio, moia a ração para ela não se machucar mais ainda. Mas é triste ver alguém que amamos definhar.
Até que neste sábado (27/06) ela amanheceu com a boca torta e sangrando muito. Nem pensamos e fomos ao veterinário. Mas não teve jeito, a hora havia chegado.
"Eu não gosto de dizer isso, mas acho que vamos ter que fazer a eutanásia", depois destas palavras eu desabei, fiquei desasperada e não queria acreditar no que estava acontecendo. Liguei para a minha irmã (por que na realidade a cachorra é dela ... mas apenas para falar que é) e perguntei o que ela achava, se iamos a outros veterinários e tals, mas a única resposta que obtive foi "faz ué, se vira ai" e desligou.
Depois de avisado à veterinária tive que assinar uma autorização para que o procedimento fosse seguido. Me desesperei mais ainda, me senti uma assassina ou então a 'dona' do bando que assina um compromisso para os capangas obedecerem.
Então a veterinária, com os olhos marejados, me manda ficar ao lado dela, "Isso é muito difícil para o dono, mas pode ter certeza que para mim também". Não sabia o que fazer, não queria abandona-la, mas também não queria ver a cena.
E então a anestesia, ela fica mais calma e me olha com o "olhar cofap" (apelido que eu e minha irmã demos quando ela olha e embaixo fica um filete branco que dá um ar de dó impressionante, e o cachorro do comercial da Cofap fazia). Eu digo que ela vai ficar bem, vai encontar o Billy e prometi que ela não sentiria dor alguma.
E em segundos vi o seu peitinho parar de subir e descer com a respiração.
Nesse final de semana não consegui dormir, não consegui comer e o pior não conseguia parar de chorar e lembrar dessa cena.
Para poder ilustrar melhor o que digo ... assistam "Marley e Eu". Igualzinho.
Descansa em paz pretinha linda.
Mas uma coisa eu disse para a minha irmã: "A imagem vai sempre ficar na minha cabeça, eu nunca vou esquecer e muito menos te perdoar, pelo que você me fez ver. Mas de uma coisa você pode ter certeza, quem vai sempre ter o sentimento de culpa é você"
18 de junho de 2010
Medo ou preconceito?
No ínício do mês eu fui ao teatro ver "A gorda", peça muito engraça e que nos pontuam de certas verdades. A história gira em torno de uma moça, gorda e feliz, que se apaixona por um cara. O cara também se sente atraido por ela, mas tem receio da opinião dos amigos e passa a peça inteira lutando contra isso.
Estou morrendo de vontade de contar o final, mas apenas posso pontua-los de que a peça é muito realista. Digamos um "drama-comédia".
Tenho alguns amigos que namoram e gostam de gordinhas, mas os seus comentários .. tsc tsc:
"Lógico que curtos as gordinhas, olha só para mim. Não posso conseguir coisa melhor"
"Foi o que me apareceu, melhor a cama cheia do que sem nada"
e por ai vai ...
Não vamos generalizar, tenho amigos que gostam de verdade e quando olham para alguma modelo falam "tá faltando carne ai" ou "que chata, nem tem onde pegar", etc.
Quando saí da peça fiquei pensando muito sobre o assunto. Pois eu também já sofri esse tipo de preconceito. Não sou gorda, mas é por que uso óculos.
Podem imaginar como a minha adolescencia foi, todos me chamando de 4 olho, de cega e várias outras coisas. Quando minhas amigas iam me agitar alguém sempre vinha um comentário do tipo "mas ela usa óculos" ou "não gosto de quatro olhos". Era tenso, mas eu não posso usar lente de contato e tive que me adaptar.
Quando tive o meu primeiro namorado achei que as coisas iam mudar, mas infelizmente nos 6 meses de namoro ele NUNCA quis me apresentar para os pais dele ou para os amigos de fora da escola (estudavamos juntos).
Ainda bem que existem as exceções e graças a elas aprendi a ser feliz e a confiar mais em mim. *-*
Apeça ainda está em cartz, corre por que vale a pena!!
Local: Teatro Procópio Ferreira
Preço(s): R$ 60,00 (sexta e domingo) e R$ 70,00 (sábado).
Data(s): Até 27 de junho de 2010.
Horário(s): Sexta e sábado, 21h30; domingo, 19h.
=**
31 de maio de 2010
Show Aerosmith
Fiquei a umas 3 fileiras da grade, poderia ter ficado mais perto só que tinha a área VIP. Mas mesmo assim foi PERFEITOOOO!!!
Esse ano a banda de abertura foi a brasileira Cachorro Grande. Eu gosto muito deles e pelo jeito era a única, eu cantava e os outros me olhavam torto e reclamavam. Tá, em 2007 foi o Velvet Revolver que empolgou a todos. Mas nada de vaiar né? Vamos respeitar o trabalho dos caras.
Quando eles sairam do palco eu comecei a sentir borboletas no estômago, o coração bateu mais forte e de repente uma bandeira enorme cobriu o palco com o logo da banda. Comecei a gritar muito e quando ela caiu eu quase infartei.
Achei o set list fantástico. Faltou a minha queridíssima "I don´t wanna miss a thing" Mas não posso reclamar pois a vi em 2007
O solo de bateria foi demais, teve até a participação do Tyler. Depois foi a vez de Perry "duelar" com o seu bonequinho do "Guitar Hero", em seguida Perry começa a cantar e Tyler arrasando na gaita, bem como o Tom no seu baixo.
Foi lindo ver o público cantando todas as músicas em coro com o Tyler, deixando espaço para os seu gritos que rechearam o estádio de aplausos!! Eles sim estão na "melhor idade".
Tal qual em 2007 achei todos super entrosados e animados. Vi no palco performaces inpecáveis, solos phodasticos e senti uma energia impressionante. Sério, esqueci completamente as brigas que eles vinham tendo e espero que eles voltem.
Olha o set:
Eat The Rich
Back in the Saddle
Love in an Elevator
Falling in Love (is Hard on the Knees)
Pink
Dream On
Livin' on the Edge
Jaded
Kings And Queens
Crazy
Cryin'
Solo de Bateria
Lord Of The Thighs
Joe Perry Guitar Battle
Stop Messin' Around (Fleetwood Mac cover)
What It Takes
Sweet Emotion
Baby, Please Don't Go (Big Joe Williams cover)
Draw the Line
BIS:
Walk This Way
Toys in the Attic
=**
Posso morrer feliz *___*
18 de maio de 2010
É a arte que imita a vida?
Há então uma mistura de sentimentos como a paixão, o desejo, o prazer, o ciúmes e a culpa. E de repente você descobre que esse tipo de sensação, de relacionamento, só acontece uma vez na vida.
Lindo imaginar tudo isso né? Em seguida vem o pensamento de que o príncipe encantado foi encontrado e o desejo de serem felizes para sempre. Não é mesmo?
Pena que as coisas não acontecem quando queremos ou precisamos. Por isso pensei muito sobre isso no ano passado e só agora criei coragem para escrever esse post, tenho medo de comprometer algumas amigas, mas o importante é não citar nomes.
Tenho muitas amigas que namoram a anos, algumas ainda vão casar, outras já casaram e as mais modernas "juntaram". O que vemos nesses casais é que o Amor está sempre presente, mas e a Paixão? Infelizmente com o tempo ela se esgota e dá espaço para o comodismo. Pronto, a receita para o casamento perfeito e eterno (igualzinho ao dos nossos avós).
Li isso na edição de Maio/2010 da revista Superinteressante. Aliás foi dela que tirei vários itens desse post.
Mas como disse anteriormente, nada acontece exatamente do jeito que queremos e nem quando queremos.
Dessas amigas citadas acima, tenho duas que passaram por uma situação complicada. Igualzinho a Francesca, vivida por Meryl Streep no filme "As pontes de Madison".
No filme Francesca é uma fazendeira de Iowa que vive (nem tão feliz) um casamento de 15 anos que lhe deram 2 filhos, logo no início sabemos qual o caminho escolhido pela personagem, pois é narrado pelos filhos que leem o testamento da mãe.A família mal se fala. Um dia o pai vai com os filhos a uma feira, Francesca decide ficar em casa para descansar. Mas no 1º dia o fotógrafo da National Geographic, Robert Kincaid (Clint Eastwood) para em frente a sua propriedade para saber onde fica a famosa ponte.
Ela o acompanha, depois o convida para jantar e os quatro dias de folga de tornam quatro dias intensos e cheios de desejo e paixão. Exatamente como o descrito no parágrafo inicial.
A cena mais emocionante acontece quando ela decide ficar com o marido e os filhos, ele não entende, fica por perto e reaparece numa tarde chuvosa. Não vou descrever a cena inteira, mas você deve imaginar como foi. Eu fiquei louca, literalmente gritanto, pedindo para ela abrir a porta do carro e ir embora com ele.
Assim como Francesca, essas minhas duas amigas tomaram a mesma decisão. Hoje ambas estão bem e felizes, certas de que fizeram a escolha certa. Depois de momentos mega perturbadores e tensos, do qual acompanhei e dei conselhos.
Agradeço por isso não ter acontecido comigo, mas fico imaginando como seria e não consigo decidir por qual lado cair.
Mas e você?
Arriscaria tudo (anos de namoro/casamento; familia; amigos em comum; momentos ...) por uma paixonite que pode passar quando o comodismo chegar?
Ou ficaria em terra firme e continuaria a contruir o que já haviam começado, sabendo que também pode vir a acabar um dia?
=**
Detalhe: Nenhuma dessas minhas amigas viram o filme.
7 de maio de 2010
Para quem gosta de cachorro
Vou escolher o cão.
Se você pedir para eu escolher entre o cão e um ser humano.
Vou escolher o cão.
Ao ler isso muitas pessoas vão falar que eu sou louca, que sou mal amada e blá blá blá. Mas a minha vida pessoal não será exposta, porém explicarei o que quis dizer.
Um cão nunca vai te abandonar, quando ele gosta é de verdade. Ele vai cuidar de você, mesmo quando estiver doente (eles sentem isso), são simples e ao contrário dos gatos que gostam de você por interesse, ou seja, apenas quando querem comer ou um carinho, depois vão para a rua gandaiar.
Com isso, cito dois filmes mais do que fantásticos para provar essas minhas teorias. Vamos começar com o mais simples e mais conhecido.
Você já ouviu falar no filme "Marley e eu", certo? Ou no livro que ficou meses entre os mais vendidos.
Pois é, o livro eu não quis ler, mas acabei assistindo o filme.
Para quem não conhece, o filme é baseado no livro (de mesmo nome) e que foi baseado numa história real. Ok?Sobre dois jornalistas, John (Owen Wilson) e Jennifer Grogan (Jennifer Aniston)que se casam, mudam para a Flórida e para distrair a mulher da ideia de ter um filho, John compra um labrador. E a vida deles vira uma festa.
Tentaram dar tranquilizantes a ele, e até o levaram a uma escola de "boas maneiras", mas ele acabou sendo expulso. Apesar de super atrapalhado é ele quem dá apoio a Jennifer em determinado momento do filme.
Marley se torna um membro da família e ainda ajuda John a escrever uma coluna, isso mesmo, ele é o personagem principal da coluna. Um cão com um coração puro e a sua lealdade incondicional.
O final todos devem desconfiar. Chorei muito e lembrei do Billy, o meu cãozinho como você pode ver aqui.
O filme é bom. Mas nem tanto quanto o "Sempre ao seu lado" do queridíssimo Richard Gere. Só de lembrar fico com os olhos marejados.]
O filme também é baseado em uma história real que aconteceu no interior do Japão em 1920 e depois virou uma fábula que é contata até hoje nas escolas para mostrar as crianças o valor de uma amizade, sobre lealdade e várias outras coisas.
Parker (Richard Gere)é professor em Tóquio e que mora no interior, um dia voltando para casa encontra um cãozinho abandonado na estaçaõ de trem. Decide leva-lo para casa, até tenta achar um lar para ele, mas acaba se apegando ao cão e a própria mulher (que era contra) acaba desistindo e o adotam.
Entre Parker e Hachi (o cachorro) cresce uma amizade mega intensa e todos os dias Hachi vai com ele até a estação de trem e pontualmente no final da tarde vai busca-lo.
Ele é um cachorro bem ciumento, mas até dá para entender algumas coisas e tem cenas hilárias (mas vou adiantando que são apenas duas, quando for assistir não se esqueça do lenço).
E isso acontece por muito tempo, até mesmo quando vão contar para ele que não era mais preciso esperar, pois o professor não voltaria. O que deixa o filme mais "intenso" é que tem cenas em preto e branco que mostram a visão do cachorro. Muito bem bolado.
Não me ofendam por ter antecipado (um pouco) o final do filme, mas não contei a parte que é de cortar o coração, a que eu realmente tive que dar um pause para pegar mais lenços ....
Enfim, o Hachi ficou famoso por causa de uma reportagem, onde amigos dele e pessoas (vendedores e passageiros) que o conheciam e lhe davam de comer, contaram a sua história de lealdade eterna.
Lindo demais e por isso não vou colocar fotos desse filme, mas sim o trailler. Assistam e me contem o que acharam.
E agora? Você consegue me entender?
Só fazendo um pequeno comentário:
Todos os dias quando saio de casa dou tchau aos meus 3 queridinhos de quatro patas. Mas um dia estava atrasada e não dei. De tarde minha avó ligou me xingando pois a Jully (minha dog) estava na porta do meu quarto chorando e raspando a patinha na porta. Ela achava que eu estava em casa e queria entrar no quarto comigo.
E juro! Isso aconteceu muito antes de eu assistir a esse filme.
=**
20 de abril de 2010
As "Pulseiras"
E como toda adolescente roqueira viviamos na Galeria do Rock, e foi ai que tivemos contato com elas. Sim, as pulseiras ... ditas hoje "do sexo".5 de abril de 2010
Lições de vida
O primeiro
é:"Amor sem escalas"
No filme Ryan (George Clooney) tem um emprego meio estranho. Em plena crise dos EUA ele viaja pelo país inteiro demitindo as pessoas. E o pior é que ele ama isso e tem até uma filosofia, que eu conto já já.
Eis que chega Natalie (Anna Kendrick), uma moça jovem, recem-saida da universidade que tenta implantar um novo sistema e método de "demissão" por videoconferencia, diminuindo assim os gastos da empresa. Lógico que Ryan não gosto muito da ideia, então recebe a missão de provar para ela que o sistema é muito impessoal e torna as coisas muito piores. Como exemplo podemos citar: quando alguém termina um relacionamento por MSN ou mensagem de cel.
A outra mulher em sua vida é é Alex (Vera Farmiga) que é a versão 'Ryan' de saias, ambos marcam encontros quando estão na mesma cidade. E é ai que batemos na filosofia dele.
Ryan dá palestras com o tema de "Mochila vazia". Onde nos permite analizar tudo o que temos em vida, o que temos ou não que carregar para o resto de nossas vidas e se realmente queremos tudo o que temos.
E é ai que as coisas começam a acontecer no filme. Hora de fazer escolhas e como tudo pode nos influênciar.
Posso dizer que conheço várias pessoas que são igualzinhas ao Ryan, não no sentido de viajar, mas no de "Não ter que depender das pessoas". Será que isso é bom? Será que isso nos faz bem?? Penso muito nessa teoria da "Mochila Vazia"
Natalie também é uma pessoa que aprende muito no filme. Ela é jovem e sonhadora, mas batalhadora. Assim como a Leigh Anne Tuohy so próximo filme.
O segundo filme:
O filme é inspirado na história e na jornada de Michael Oher, um astro do futebol americano. (pena que eu só descobri isso nos créditos finais quando passam umas fotos lindas da familia)
Leigh Anne Tuohy (Sandra Bullock) é uma socialyte, poderosa, personalidade mega forte, amável e super simpática. E não há exageros, pode ter certeza. Há algumas cenas em que eu disse "Quero ser igual a ela quando crescer".
Num dia chuvoso a família Tuony (que ama esportes) encontra com Big Mike(Quinton Aaron) que estava a caminho do guinásio para poder dormir, afinal a sua mãe havia fugido para não ser presa, pois é usuária de drogas.
Desde então Big Mike passa a morrar com eles, se torna amigo da adolescente Collins (Lily Collins) e do divertidíssimo S.J. (Jae Head). Este dá um tom fantástico ao fime que tem cenas hilárias e mostra também a união familiar que luta contra a desigualdade e contra o preconceito dos "amigos".
Certamente esse filme mostra que quando se tem força de vontade conseguimos fazer tudo. Não falo isso apenas por causa de Big Mike, mas também pela Leigh Anne.
Simplesmnte fantástico!!!
E adorei a Sandra Bullock Loira.
Antes de ir queria pedir desculpas pela falta de fotos no Blog. É que o meu Picasa anda cheio, mas logo solucionarei o problema.
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