A maioria das vezes vou apenas para passear, pois vamos falar bem a verdade. A Bienal não é um evento de descontos, mas sim de quantidade e de qualidade, que se resume em reunir várias editoras e trazer até mesmo livros "raros". Se você for com o pensamento de "vou atualizar horrores a minha biblioteca particular" mas não vai com muita grana. Sorry.
Mas não quero desmotiva-los, muito pelo contrário. A Bienal desse ano foi bem diferente e pode se resumir em apenas uma palavra: FANTÁSTICA.
Por 2 motivos.
Primeiro, consegui comprar 2 livros do Bukowski, o "O amor é um cão dos diabos" tava difícil viu, nem em Sebo eu estava dando sorte. Consegui achar um livro do Contardo Caligaris. Livros que foram muito bem indicados e depois eu conto como foi a leitura.



Depois fui a uma palestra. Sim, esse ano a Bienal tem uma programação de palestras e de temas bem diversos e divertidos.
Como não poderia deixar de ser fui ver a palestra "O que é ser jornalista". Com nada mais e nada menos com o Caco Barcellos e o Rafael do programa 'Profissão Repórter', o Alberto Dines do Observatório da Imprensa, o Armando Antenore da revista Bravo! e a Lilian do Projeto Viração.
Simplesmente fantástica!!!
Como não poderia deixar de ser fui ver a palestra "O que é ser jornalista". Com nada mais e nada menos com o Caco Barcellos e o Rafael do programa 'Profissão Repórter', o Alberto Dines do Observatório da Imprensa, o Armando Antenore da revista Bravo! e a Lilian do Projeto Viração.
Simplesmente fantástica!!!
Nessa palestra eles falaram que para ser jornalista e que independente de o diploma ser obrigatório ou não, o importante é ser apaixonada pelo jornalismo e ter alegria de exercer a profissão e faze-la direito.
As palavras do Caco me fizeram pensar que eu quero ser uma "jovem jornalista" assim como ele é e se considera té hoje, "Quando eu estava chegando, uma pessoa me parou no estacionamento e me perguntou se eu estava no melhor momento da minha vida e da minha carreira. Pensei um pouco e respondi que sim, estou muito feliz e o mais legal é que essa felicidade é examtamente igual aquela que eu sentia no início da carreira. E a mesma alegria que senti durante todos esses anos".
Fofo demais né? Ele manda super bem e faz a gente se sentir bem com a profissão que escolhemos. Assim com o Alberto Dines que afirmou não ser contra a internet, mas que ainda acredita no banco de dados que é a troca de experiência por faixa etária. "A experiência humana é a coisa mais fantástica do mundo, um privilégio chamado convívio".
Rafael concorda com ele, mas também falou sonbre como saber usar a internet a seu favor.
A Lilian foi a revolucionária da roda. Afirmou que criou o projeto (para os jovens falarem) pois queria colocar as ideias em prática, "Queriamos ver como os jovens iam pautar a sociedade, o que eles pensam sobre o que os certa, eles falam aquilo que querem falar para o mundo inteiro".
Além disso todos comentaram que o 'ser jornalista' não é luxo e não há privilégios, a não ser a conquista pessoal. Afirmando sempre que um profissional tem que desconfiar de tudo, tem que ser crítico "Se não ele não é jornalista, mas sim meio jornalista", concluiu Dines.
Armando comentou que na faculdade aprendemos somente sobre a grande mídia e que nem sempre ela é o melhor caminho para se fazer um bom jornalismo, "Os músicos já fazem isso, eles usam a internet para divulgarem os seus trabalhos e as suas ideias. Com o jornalismo não pode ser diferente, temos que nos adaptar e fazer o que queremos, mesmo que não vá viver apenas isso".
Ai ai, saí mega satisfeita da feira. E a cada dia que passa sabendo que escolhi a profissão certa.
Para terminar cada um indicou um livro ou autor:
Caco - Suje-se Gordo
Rafael - Hiroshima
Dines - Cao Mai
Armando - Guimarães Rosa
=**
As palavras do Caco me fizeram pensar que eu quero ser uma "jovem jornalista" assim como ele é e se considera té hoje, "Quando eu estava chegando, uma pessoa me parou no estacionamento e me perguntou se eu estava no melhor momento da minha vida e da minha carreira. Pensei um pouco e respondi que sim, estou muito feliz e o mais legal é que essa felicidade é examtamente igual aquela que eu sentia no início da carreira. E a mesma alegria que senti durante todos esses anos".
Fofo demais né? Ele manda super bem e faz a gente se sentir bem com a profissão que escolhemos. Assim com o Alberto Dines que afirmou não ser contra a internet, mas que ainda acredita no banco de dados que é a troca de experiência por faixa etária. "A experiência humana é a coisa mais fantástica do mundo, um privilégio chamado convívio".
Rafael concorda com ele, mas também falou sonbre como saber usar a internet a seu favor.
A Lilian foi a revolucionária da roda. Afirmou que criou o projeto (para os jovens falarem) pois queria colocar as ideias em prática, "Queriamos ver como os jovens iam pautar a sociedade, o que eles pensam sobre o que os certa, eles falam aquilo que querem falar para o mundo inteiro".
Além disso todos comentaram que o 'ser jornalista' não é luxo e não há privilégios, a não ser a conquista pessoal. Afirmando sempre que um profissional tem que desconfiar de tudo, tem que ser crítico "Se não ele não é jornalista, mas sim meio jornalista", concluiu Dines.
Armando comentou que na faculdade aprendemos somente sobre a grande mídia e que nem sempre ela é o melhor caminho para se fazer um bom jornalismo, "Os músicos já fazem isso, eles usam a internet para divulgarem os seus trabalhos e as suas ideias. Com o jornalismo não pode ser diferente, temos que nos adaptar e fazer o que queremos, mesmo que não vá viver apenas isso".
Ai ai, saí mega satisfeita da feira. E a cada dia que passa sabendo que escolhi a profissão certa.
Para terminar cada um indicou um livro ou autor:
Caco - Suje-se Gordo
Rafael - Hiroshima
Dines - Cao Mai
Armando - Guimarães Rosa
=**