7 de fevereiro de 2013
“Os Miseráveis”: Um convite para olhar para baixo
12 de janeiro de 2012
O sonho de Woody Allen
Mas chega de promessas e vamos logo ao que interessa.
Depois de passar muita vontade, finalmente consegui assistir ao filme Meia noite em Paris. O filme é extremamente envolvente e com uma magia surreal, coisa que só Woody Allen é capaz de fazer.

Quem nunca teve vontade de viver em outra época que não é a sua? O protagonista da história é o Gil (Owen Wilson), um roteirista americano que quer ser escritor e é apaixonado pela lindíssima Paris dos anos 20. E tenho que concordar, Paris deve mesmo ficar mais bonita quando chove.
Ou seja, o protagonista gostaria de viver em uma época em que os grandes artistas viviam, faziam reuniões, iam aos cafés para terem conversas inimagináveis e dançar. Paris era o centro de grandes artistas e Gil queria fazer parte dessa nata.
Loucura ou não, ele consegue realizar esse desejo. Sempre após as baladas do início da madrugada ele recebe a carona de um estranho e de repente ele se vê conversando e vivendo com os grandes astros da época como os escritores F. Scott Fitzgerald e Ernest Hemingway, o músico Cole Porter, o pintor Pablo Picasso e o cineasta Luis Buñuel, dentre outros.
Como eu gostaria de receber uma carona e voltar para os anos 50 nos EUA. Imaginem, poder ir aquelas lanchonetes incríveis, dançar muito, poder ir ao show do Elvis Presley, do Jerry Lee Lewis e muitos outros. Praticamente viver um Grease. Haha
Aposto que o meu namorado gostaria de voltar para os anos 80. Poder ver bandas de rock incríveis em uma performance perfeita, com os integrantes originais, quem sabe até poder conversar com eles ou até mesmo tocar com eles. Ia ser o máximo, hein?
E você gostaria de voltar para qual época?
É tem coisas que só Woody Allen consegue lhe proporcionar! *_*
26 de julho de 2010
O Caso Cine Belas Artes
A internet é uma ferramenta fantástica e temos que usá-la em prol da cidadania, temos que saber a impotância e a força que essa ferramenta nos oferece.
Por isso o grande amigo Thiago Meia e eu, além de algumas (poucas) pessoas no twitter, estamos fazendo uma campanha para ajudar o Cine Belas Artes a ganhar um novo patrocinador.
O Cinema foi inaugurado na década de sessenta e já passou por vários "perrengues" até que o cineasta André Sturm, da Pandora Filmes assumiu a direção do Cine junto com a O2 de Fernando Meirelles. Foi ai que aconteceu o patrocínio do banco HSBC, mas em Março desde ano o banco deidiu reincidir o contrato, como pode ser visto aqui
.
Sturm afirmou que se não conseguir um patrocinador terá que fechar o cinema.
Várias pessoas estão se mobilizando, vários jornais noticiaram o fato, mas infelizmente ninguém parece querer patrciná-lo.
O blog Patrocinem o Cine Belas Artes , foi criado com a intuição de chamar a atenção de alguns empresários e está divulgando a programação do cinema. Assim como o Twitter @belasartescine que mostra as novidades.
Até o mês de setembro 17 restaurantes paulistanos criaram a campanha "Salve o Belas Artes: Tudo Pode Dar Certo”, onde de segunda a quinta você assiste a um filme por R$5 e ainda ganha uma sobremesa em um desses restaurantes.
Vamos lá, juntem a galera para ir ao cinema, coloquem no twitter a hashtag #salvemobelasartes.
Pois é triste saber que ele pode ser substituído por um puteiro ou coisa parecida.
=**
5 de julho de 2010
Toy Story 3 em 3D
no site Adoro Cinema fiquei com uma louca vontade de assistir.
Me lembro quando o 1º foi lançado, minha mãe chegou
em casa do trabalho com o VHS e fomos logo assisir. Eu tinha uns 7 anos e fiquei fascinada com a novidade, afinal foi o primeiro desenho feito em computação gráfica.Só que quando o filme acabou eu comecei a chorar horrores e fui pedir desculpa para as minhas bonecas. Pois eu nunca fui muito boazinha com meus brinquedos.
Ainda tenho algumas Barbies guardadas, um Ken e vários bichinhos de pelúcia. Mas, coitados, todos estão com os rostos rabiscados de caneta, com os cabelos cortados e/ou sujos de tinta guache.
Ai eu falava para minha mãe que ia cuidar bem deles para que eles não ficassem amigos do Chuck e me fizessem uma emboscada.
Nossa como criança viaja!!!! rsrs
E então veio a notícia do 2º e alguns anos depois o 3º, em 3D.
Não estava muito bem devido a morte da minha Dog, mas um amigo me convenceu a ir, prometen
do um dia mega divertido. E foi ^^ No filme Andy já está crescido, tem que ir para a faculdade e decidir o que fazer com os seus bonecos. Só que por um erro eles vão parar em uma creche, onde toda a aventura acontece.
A história do filme é fantástica. Fala muito sobre lealdade e companheirismo, sem deixar de lado a parte cômica que é especialidade da Pixar. E podem ter certeza de que o filme não seria a mesma coisa sem a participação do Ken e o Buzz versão latino apaixonado.

Super recomendado, mas vou dar um conselho de amiga: "Naõ assistam em 3D" pois não fará diferença nenhuma, é apenas um dinheiro que você gasta a mais.
Pior é que mesmo com aqueles óculos imensos, as minhas lágrimas foram percebidas. O final é simplesmente lindo e inesperado, mas confesso que em uma determinada cena me bateu o desespero e eu comecei a falar "Não, o filme não pode acabar assim" haha
Vão ao cinema, curtam o filme, se sintam no filme e chorem. O meu amigo disse que não chorou por que é homem, mas quando ele tirou o óculos vi os olhinhos dele vermelhos.
Ahh, vou terminar o post mostrando um curta da Pixar que pouca gente conhece e que o Antero me indicou. Muito bom ^^ (Pena que não dá para incorporar, mas segue o link).
http://www.youtube.com/watch?v=FFK_XuVqsCQ&feature=fvw
=**
18 de maio de 2010
É a arte que imita a vida?
Há então uma mistura de sentimentos como a paixão, o desejo, o prazer, o ciúmes e a culpa. E de repente você descobre que esse tipo de sensação, de relacionamento, só acontece uma vez na vida.
Lindo imaginar tudo isso né? Em seguida vem o pensamento de que o príncipe encantado foi encontrado e o desejo de serem felizes para sempre. Não é mesmo?
Pena que as coisas não acontecem quando queremos ou precisamos. Por isso pensei muito sobre isso no ano passado e só agora criei coragem para escrever esse post, tenho medo de comprometer algumas amigas, mas o importante é não citar nomes.
Tenho muitas amigas que namoram a anos, algumas ainda vão casar, outras já casaram e as mais modernas "juntaram". O que vemos nesses casais é que o Amor está sempre presente, mas e a Paixão? Infelizmente com o tempo ela se esgota e dá espaço para o comodismo. Pronto, a receita para o casamento perfeito e eterno (igualzinho ao dos nossos avós).
Li isso na edição de Maio/2010 da revista Superinteressante. Aliás foi dela que tirei vários itens desse post.
Mas como disse anteriormente, nada acontece exatamente do jeito que queremos e nem quando queremos.
Dessas amigas citadas acima, tenho duas que passaram por uma situação complicada. Igualzinho a Francesca, vivida por Meryl Streep no filme "As pontes de Madison".
No filme Francesca é uma fazendeira de Iowa que vive (nem tão feliz) um casamento de 15 anos que lhe deram 2 filhos, logo no início sabemos qual o caminho escolhido pela personagem, pois é narrado pelos filhos que leem o testamento da mãe.A família mal se fala. Um dia o pai vai com os filhos a uma feira, Francesca decide ficar em casa para descansar. Mas no 1º dia o fotógrafo da National Geographic, Robert Kincaid (Clint Eastwood) para em frente a sua propriedade para saber onde fica a famosa ponte.
Ela o acompanha, depois o convida para jantar e os quatro dias de folga de tornam quatro dias intensos e cheios de desejo e paixão. Exatamente como o descrito no parágrafo inicial.
A cena mais emocionante acontece quando ela decide ficar com o marido e os filhos, ele não entende, fica por perto e reaparece numa tarde chuvosa. Não vou descrever a cena inteira, mas você deve imaginar como foi. Eu fiquei louca, literalmente gritanto, pedindo para ela abrir a porta do carro e ir embora com ele.
Assim como Francesca, essas minhas duas amigas tomaram a mesma decisão. Hoje ambas estão bem e felizes, certas de que fizeram a escolha certa. Depois de momentos mega perturbadores e tensos, do qual acompanhei e dei conselhos.
Agradeço por isso não ter acontecido comigo, mas fico imaginando como seria e não consigo decidir por qual lado cair.
Mas e você?
Arriscaria tudo (anos de namoro/casamento; familia; amigos em comum; momentos ...) por uma paixonite que pode passar quando o comodismo chegar?
Ou ficaria em terra firme e continuaria a contruir o que já haviam começado, sabendo que também pode vir a acabar um dia?
=**
Detalhe: Nenhuma dessas minhas amigas viram o filme.
7 de maio de 2010
Para quem gosta de cachorro
Vou escolher o cão.
Se você pedir para eu escolher entre o cão e um ser humano.
Vou escolher o cão.
Ao ler isso muitas pessoas vão falar que eu sou louca, que sou mal amada e blá blá blá. Mas a minha vida pessoal não será exposta, porém explicarei o que quis dizer.
Um cão nunca vai te abandonar, quando ele gosta é de verdade. Ele vai cuidar de você, mesmo quando estiver doente (eles sentem isso), são simples e ao contrário dos gatos que gostam de você por interesse, ou seja, apenas quando querem comer ou um carinho, depois vão para a rua gandaiar.
Com isso, cito dois filmes mais do que fantásticos para provar essas minhas teorias. Vamos começar com o mais simples e mais conhecido.
Você já ouviu falar no filme "Marley e eu", certo? Ou no livro que ficou meses entre os mais vendidos.
Pois é, o livro eu não quis ler, mas acabei assistindo o filme.
Para quem não conhece, o filme é baseado no livro (de mesmo nome) e que foi baseado numa história real. Ok?Sobre dois jornalistas, John (Owen Wilson) e Jennifer Grogan (Jennifer Aniston)que se casam, mudam para a Flórida e para distrair a mulher da ideia de ter um filho, John compra um labrador. E a vida deles vira uma festa.
Tentaram dar tranquilizantes a ele, e até o levaram a uma escola de "boas maneiras", mas ele acabou sendo expulso. Apesar de super atrapalhado é ele quem dá apoio a Jennifer em determinado momento do filme.
Marley se torna um membro da família e ainda ajuda John a escrever uma coluna, isso mesmo, ele é o personagem principal da coluna. Um cão com um coração puro e a sua lealdade incondicional.
O final todos devem desconfiar. Chorei muito e lembrei do Billy, o meu cãozinho como você pode ver aqui.
O filme é bom. Mas nem tanto quanto o "Sempre ao seu lado" do queridíssimo Richard Gere. Só de lembrar fico com os olhos marejados.]
O filme também é baseado em uma história real que aconteceu no interior do Japão em 1920 e depois virou uma fábula que é contata até hoje nas escolas para mostrar as crianças o valor de uma amizade, sobre lealdade e várias outras coisas.
Parker (Richard Gere)é professor em Tóquio e que mora no interior, um dia voltando para casa encontra um cãozinho abandonado na estaçaõ de trem. Decide leva-lo para casa, até tenta achar um lar para ele, mas acaba se apegando ao cão e a própria mulher (que era contra) acaba desistindo e o adotam.
Entre Parker e Hachi (o cachorro) cresce uma amizade mega intensa e todos os dias Hachi vai com ele até a estação de trem e pontualmente no final da tarde vai busca-lo.
Ele é um cachorro bem ciumento, mas até dá para entender algumas coisas e tem cenas hilárias (mas vou adiantando que são apenas duas, quando for assistir não se esqueça do lenço).
E isso acontece por muito tempo, até mesmo quando vão contar para ele que não era mais preciso esperar, pois o professor não voltaria. O que deixa o filme mais "intenso" é que tem cenas em preto e branco que mostram a visão do cachorro. Muito bem bolado.
Não me ofendam por ter antecipado (um pouco) o final do filme, mas não contei a parte que é de cortar o coração, a que eu realmente tive que dar um pause para pegar mais lenços ....
Enfim, o Hachi ficou famoso por causa de uma reportagem, onde amigos dele e pessoas (vendedores e passageiros) que o conheciam e lhe davam de comer, contaram a sua história de lealdade eterna.
Lindo demais e por isso não vou colocar fotos desse filme, mas sim o trailler. Assistam e me contem o que acharam.
E agora? Você consegue me entender?
Só fazendo um pequeno comentário:
Todos os dias quando saio de casa dou tchau aos meus 3 queridinhos de quatro patas. Mas um dia estava atrasada e não dei. De tarde minha avó ligou me xingando pois a Jully (minha dog) estava na porta do meu quarto chorando e raspando a patinha na porta. Ela achava que eu estava em casa e queria entrar no quarto comigo.
E juro! Isso aconteceu muito antes de eu assistir a esse filme.
=**
5 de abril de 2010
Lições de vida
O primeiro
é:"Amor sem escalas"
No filme Ryan (George Clooney) tem um emprego meio estranho. Em plena crise dos EUA ele viaja pelo país inteiro demitindo as pessoas. E o pior é que ele ama isso e tem até uma filosofia, que eu conto já já.
Eis que chega Natalie (Anna Kendrick), uma moça jovem, recem-saida da universidade que tenta implantar um novo sistema e método de "demissão" por videoconferencia, diminuindo assim os gastos da empresa. Lógico que Ryan não gosto muito da ideia, então recebe a missão de provar para ela que o sistema é muito impessoal e torna as coisas muito piores. Como exemplo podemos citar: quando alguém termina um relacionamento por MSN ou mensagem de cel.
A outra mulher em sua vida é é Alex (Vera Farmiga) que é a versão 'Ryan' de saias, ambos marcam encontros quando estão na mesma cidade. E é ai que batemos na filosofia dele.
Ryan dá palestras com o tema de "Mochila vazia". Onde nos permite analizar tudo o que temos em vida, o que temos ou não que carregar para o resto de nossas vidas e se realmente queremos tudo o que temos.
E é ai que as coisas começam a acontecer no filme. Hora de fazer escolhas e como tudo pode nos influênciar.
Posso dizer que conheço várias pessoas que são igualzinhas ao Ryan, não no sentido de viajar, mas no de "Não ter que depender das pessoas". Será que isso é bom? Será que isso nos faz bem?? Penso muito nessa teoria da "Mochila Vazia"
Natalie também é uma pessoa que aprende muito no filme. Ela é jovem e sonhadora, mas batalhadora. Assim como a Leigh Anne Tuohy so próximo filme.
O segundo filme:
O filme é inspirado na história e na jornada de Michael Oher, um astro do futebol americano. (pena que eu só descobri isso nos créditos finais quando passam umas fotos lindas da familia)
Leigh Anne Tuohy (Sandra Bullock) é uma socialyte, poderosa, personalidade mega forte, amável e super simpática. E não há exageros, pode ter certeza. Há algumas cenas em que eu disse "Quero ser igual a ela quando crescer".
Num dia chuvoso a família Tuony (que ama esportes) encontra com Big Mike(Quinton Aaron) que estava a caminho do guinásio para poder dormir, afinal a sua mãe havia fugido para não ser presa, pois é usuária de drogas.
Desde então Big Mike passa a morrar com eles, se torna amigo da adolescente Collins (Lily Collins) e do divertidíssimo S.J. (Jae Head). Este dá um tom fantástico ao fime que tem cenas hilárias e mostra também a união familiar que luta contra a desigualdade e contra o preconceito dos "amigos".
Certamente esse filme mostra que quando se tem força de vontade conseguimos fazer tudo. Não falo isso apenas por causa de Big Mike, mas também pela Leigh Anne.
Simplesmnte fantástico!!!
E adorei a Sandra Bullock Loira.
Antes de ir queria pedir desculpas pela falta de fotos no Blog. É que o meu Picasa anda cheio, mas logo solucionarei o problema.
=**
17 de março de 2010
Filmes de jornalistas
Histórias que independem do ramo ou local, mas histórias que só jornalistas podem observa-las em um primeiro momento.
Histórias que são contadas e que podem até mudar a vida das pessoas e sensibilizar outras tantas.
Tudo isso para mostrar a vocês os 4 filmes que vi neste final de semana. Todos sobre com é a vida e o trabalho de um jornalista, seja ele trabalhando na TV, em um jornal, em uma revista ou até mesmo na internet.
Vou começar com um filme que se encaixa bem no meu enunciado
Jornal
O filme é baseado numa história real do talentoso músico Nathaniel Ayers (interpretado por Jamie Foxx), apaixonado por Beethoven e que desenvolveu esquizofrenia em uma famosa escola de música de Nova York e acabou virando um morador de rua.O jornalista Steve Lopez (Robert Downey Jr), do Los Angeles Times, o encontra por acaso em uma praça tocando com um violino que tinha apenas 2 cordas e resolve escrever sobre ele.
A história é simplesmente fantástica. Entre eles surge uma amizade que nos faz refletir sobre muita coisa.

Esse filme é de 2007 e eu o amooo!! Ele mostra que nós (jornalistas) fazemos de tudo para conseguir um emprego, aceitamos (alguns) trabalhar em certos lugares que não são o que realmente queriamos. O salário da Andy Sachs (Anne Hathaway) era muito bom, mas na vida real, as vezes, temos que nos submeter a salários baixissimos para poder entrar na área.
E então depois de tudo isso descobrimos como é trabalhar com o diabo, neste caso Miranda Priestley (Meryl Streep).
Esse filme eu digo que é o da minha vida, afinal nem sempre as coisas são um "mar de rosas" e que mesmo vivendo nessa turbulência, a querida Andy consegue o que tanto quer. E com um super mega figurino lindíssimo *_*
TV

O que todos sonhamos e queremos na vida??
Trabalhar na área que tanto almejamos e lógico ter um par, um amor, um marido, sei lá. Melhor ainda se ele te ajuda e te apoia, né? Lógico que ele não precisa ser necessáriamente o chefe, haha.
Quando vi esse filme pela primeira vez (faz anos) achei que ele era apenas ficção, mas depois que entrei na faculdade descobri uma coisa. Cerca de 80% das mulheres que cursam jornalismo são mega desastradas.
E é assim que Sally Atwater (Michelle Pfeiffer) é em uma entrevista de emprego, sem contar a roupa mega brega. Mas ela é ambiciosa e sonha se tornar âncora de telejornal e se destacar no mundo das notícias.
Novamente aqui se encaixa perfeitamente a minha versão sobre "o Diabo veste Prada". Primeiramente ela é contratada como secretáira, enquanto Warren Justice (Robert Redford) lhe ensina como ser uma jornalista de sucesso, ela começa como a garota do tempo e vai melhorando a cada matéria.
O final é sensacional, não vou contar. Mas vocês tem que ver!!!
Internet / Blog

Quando a lei de não obrigatoriedade do diploma de jornalista foi assinada, muitos amigos (sem graça) começaram a brincar comigo falando que eu ia virar blogueira. Tá que esse blog existe muito tempo, mas a justificativa era a de que qualquer um podia virar jornalista e escrever sobre o que quiser. Mas essa discussão de diploma já foi escrita aqui
Esse história é baseada em duas histórias reais: A de Julie Powell (Amy Adams) que não é jornalista, mas sim escritora que infelizmente não trabalha na área. E a de Julia Child (Meryl Streep) uma famosa cozinheira e apresentadora de televisão.
Julie decide cozinhar as mais de 500 receitas de um dos livros de Julia em 365 dias e colocar as experiências em um blog. Uma loucura que quase lhe custou o marido e o gato. Mas ela é uma pessoa persistente, o cara atencioso e a trilha sonora a mais perfeita de todas.
A melhor com toda certeza é quando ela vai cozinhar uma lagosta (ela tinha que estar viva) e ela com medo e se achando uma assassina de lagosta vem a famosa trilha sonora de Psycho Killer do Talking Heads. Ri muito.
O filme é muito bom e super recomendo por que elas mostram que com amor e manteiga tudo se resolve
Aproveitem as dicas
=**
22 de fevereiro de 2010
Filme: "Idas e vindas no amor"
Um filme com as estrelas: Taylor Lautner, Topher Grace, Jamie Foxx, Emma Roberts, Shirley MacLaine, Anne Hathaway, Julia Roberts, Jessica Biel, Carter Jenkins, Hector Elizondo, Jennifer Garner, Ashton Kutcher, Jessica Alba, Bradley Cooper e Queen Latifah, só pode ser fantástico. No mínimo.
O filme conta a história de algumas pessoas que vivem em Los Angeles e como elas se cruzam no dia dos namorados. E os altos e baixos de encontrar, manter ou terminar relacionamentos no dia de São Valentim.
O papel principal é do gatíssimo Ashton Kutcher que é florista e se envolve em algumas histórias, pois este é o ramo com mais atividade neste dia.
Existem histórias fantásticas e surpreendentes como a do menininho de uns 10 anos e é super romantiquinho. E também os personagens da Julia Roberts, do Bradley Cooper e do Eric Dane, que infelizmente aparecem pouquissimo.
Assim como Taylor Lautner e a cantora Taylor Swift do qual (infelizmente, tbm) não fazem diferença nenhuma na história.
No geral, o filme tinha tudo para dar certo, mas há personagens excessivos e confesso que fiquei confusa no começo e no meio da história você se sente perdida. Sem contar que a maioria das mulheres do filme são vilãs e os homens é que amam e acabam decepcionados. Me poupem!!
Mas adorei a festa do "I Hate!"
Além do que eles abordam um tema do qual eu já esperava quando li a sinopse "namorar o melhor amigo é uma boa opção?". Acho incrivel como as pessoas misturam as coisas. Particularmente não consigo me imaginar namorando um amigo, quem dirá o melhor. É estranho demais.
O que vocês acham sobre isso?
Enfim, o filme é bem engraçadinho, mas só assistiria novamente em casa, quando não temos o que fazer. =P
E como o próprio final do filme diz "não importa, o que todos querem dizer, afinal, resume-se a três palavras: vamos ficar nus”.
Fato!!
26 de janeiro de 2010
O que é certo?

E logo no início me surpreendi, a apenas 20 minutos do filme eu já estava chorando. Tá bom eu sou chorona para caramba, mas vocês vão entender o meu choro que logo ficou desesperador (daqueles de soluçar mesmo) e como a minha família me acompanhou na melodia chorosa.
O roteiro de Cassavetes e de Jeremy Levin, foi baseado no bestseller de Jodi Picoult, chamado My Sister´s Keeper. Para variar o filme não é fiel ao livro, mas através de uma narrativa diferenciada, todos os seus personagens conseguem contar a sua versão. Com uma trilha sonora fantástica, esse filme com certeza entrou para os meus favoritos.
O filme conta a história de Kate, uma menina que desde pequena sofre de leucemia. Sua mãe (Cameron Diaz) deixou a profissão de lado para se dedicar 100% a filha doente. Até que o médico sugere que eles façam uma fertilização in vitro para que a nova criança se torne uma doadora em potencial.
Eis que nasce Anna. A menina sempre foi submetida a operações para salvar a vida da irmã, mas quando completa 11 anos decide processar a família para ter imunidade hospitalar e decidir o que fazer com o próprio corpo. Fiquei chocada, e ela dizendo que também era importante, nossa foi de cortar o coração.
Com a doença de Kate os pais não prestaram mais atenção nos demais filhos, Jesse tem dislexia e a pequena Anna acha que a estão usando.
Kate demonstra uma maturidade que realmente me deixou surpresa, para uma menina de 15 anos e no estado em que ela se encontrava. Uau!!

O tema em si já é bastante polêmico, e o tempo em que Kate era mais nova viveu coisas que somente a adolescência pode nos oferecer. Isso me fez pensar em certas coisas. Não vou contar o final do filme, mas ....
Até quando nós sabemos o que é bom para os outros?
Será que não sufocamos os outros com o nosso amor?
O que fazemos é para o bem dos outros ou para o nosso bem? Será que somos tão egoístas assim?
Por que temos tanto medo da morte se ela é sempre tão presente?
E sobre as células – tronco? É justo?
E a eutanásia? Por que há tantas divergências?
Eis que o filme acaba, mais ou menos como imaginamos. Os créditos começam a subir na tela e ninguém se move, o silêncio pairava naquele ambiente onde 3 pessoas estavam perplexas, com os olhos muito vermelhos e as mentes bem longe ...
29 de outubro de 2009
Dia Internacional da Animação
Uma hora de curtas internacionais e depois mais uma hora de curtas nacionais.
Foi muito legal! Pena que havia poucas pessoas na sala, talvez pelo dia e horário (quarta as 19h30). Mas lógico que eu estava lá e vi muitos curtas diferentes, uns nacionais que você não acredita de tão bem produzidos. Sinceramente os curtas-metragem e os desenhos têm que ser mais divulgados e ter mais de incentivo. Por que tudo no Brasil tem que ser tão difícil??
Alguns dias antes do evento eu conversei com o Fábio Yamaji que é o coordenador do projeto em São Paulo, uma entrevista muito legal da qual ele comentou sobre o preconceito de que animações são coisas de criança " A ideia é mostrar que a animação é um campo bem mais amplo do que o de cinema com atores, pois na animação você consegue fazer de tudo e mostrar coisas que na ficção, o live action, não pode. Um exemplo é no leste-europeu onde eles são bem pesados, surrealistas e com temas nada infantis".
Por isso decidi mostrar algumas coisas para quem não pôde comparecer, fiz algumas anotações de alguns curtas e vou colocá-los aqui, mas os demais vocês devem dar um jeito de assistir, pois valem a pena pela. Para assistir a alguns é preciso ficar de olho no site oficial para ver quando tem uma sessão, outros você encontra no Youtube ou no site da Porta Curtas da Petrobrás, vamos curtir e dar os devidos créditos ^^
Vamos começar então com os Brasileiros:
Silêncio e Sombras – Dir. Murilo Hauser - 3D - 8min33seg – 2008 – Curitiba – PR
Mostra como é a transição da infância e o desejo de conhecimento. O diretor tem uma leve inspiração no Tim Burton
O Anão que virou Gigante – Dir. Marão - 2D tradicional (lápis no papel) - 10min – 2008 – Rio de Janeiro- RJ
Fantástico e engraçado. Mostra com a gente NUNCA está feliz com nada, sempre quer mais. Só que se somos de um determinado jeito e nos aceitamos assim, algo muito bom pode acontecer.
Papercut – Dir. Pedro Eboli - Tradicional 2D - 4min13segs – 2008 – São Paulo – SP
Incrivel!! Uma animação de humor e realismo fantástico como algumas pessoas se esquecem de viver por causa do trabalho, que muitas vezes não lhe dá nada em troca, ou dá??
Dossiê Rê Bordosa - Dir. César CabralStop Motion - 16min – 2008 – Santo André - SP
Fenomenal!!! Quais os reais motivos que levaram Angeli a matar Rê Bordosa, sua mais famosa criação? Este documentário em animação stop motion investiga este vil crime
Agora com os internacionais:
Um que não consegui achar foi o Eye to Eye - EUA 3D - 2007 - 2min45seg - Dir. Jimmy Andrews
De uma forma bem humorada mostra o que pode acontecer quando dois olhos se encontram durante a noite.
Animal Instinct - Australia, 2007, 4”07’, 3DDir. Cameron Edser, Michael Richards
A briga de uma vaca com uma ovelha. Com cenas muito boas e com referências nerds (se é que vc me entende)
E2-E4 - Rússia, 2007, 01min59seg, animação computadorizadaDiretor – Eduard Sidoruk
Um filme filosófico sobre a guerra e jogar xadrez de verdade, com pessoas reais. Talvez as pessoas na mesa sejam os EUA e a URSS. (nossa fui parar na Guerra Fria)
Global Warming - Austrália, - 2007 / 1’’52’, 2D, flash Dir. Sheldon Lieberman, Igor Coric / Bigfish.TV
Sr. Pipik não acredita no aquecimento global, então vamos contar com ele essa música fantástica e hilária.
Eu aproveitei e conversei com o Fábio Yamaji sobre o seu novo curta "O divino, de repente", com o qual venceu o Anima Mundi 2009. Este acabou virando um trabalho para o telejornal da faculdade. Espero que gostem!! E fiquem de olho na net pois sempre têm uma sessão.
b-jokas
=**
8 de junho de 2009
Questões ético-jornalisticas
Ser jornalista é uma profissão muito complicada, assim como qualquer outra, porém muitas vezes podemos ver que existem conflitos entre o número de exemplares que serão vendidos e a informação real.
O filme “O Jornal” mostra bem como se dá esse conflito. O protagonista do filme trabalha no jornal “The Sun” que tem a fama de sensacionalista por causa de suas manchetes violentas, criativas e muitas vezes com o caráter comercial.
No decorrer da história ele tenta conciliar a gravidez de sua mulher com uma notícia incompleta sobre um assassinato, que pode ter sido cometido, ou não, por dois adolescentes negros. A matéria se torna interessante por se tratar de negros em um país em que ainda existe muito preconceito (na época do filme, hoje está muito diferente, vide Obama na presidência.)
Vemos então a grande crítica do filme sobre a importância de um veículo de comunicação na sociedade, podendo assim influenciar o julgamento.
Mas não para por ai, são 80 minutos de crítica aos erros éticos que a maioria dos jornais comete. Começando pelo roubo de informações, pois essa matéria seria publicada pelo concorrente, mas o protagonista a rouba quando vai fazer uma entrevista de emprego.
Querendo assumir um compromisso com a verdade o protagonista consegue uma fonte policial que é sigilosa, conhecida como fonte Off, que revela a verdade sobre os adolescentes inocentes. Com isso me lembrei de diversos casos de jornalistas presos por não revelar a fonte.
Ao mesmo tempo uma estagiária é mandada para a delegacia para conseguir fotos dos acusados, sem ao menos uma indicação de como fazer ou ao menos uma ajuda financeira. Isso por que uma única pessoa tem várias funções dentro do jornal e ganha como se fizesse uma, mas isso não é exceção do jornalilsmo, né?
O dead-line é uma coisa que deixa todo jornalista louquinho, e mesmo com horas de atraso o nosso protagonista quer publicar a verdade, contra a vontade da editora-chefe que prefere publicar do jeito que a matéria está e no dia seguinte publicar a verdade. Isso gera uma conflito muito grande e desesperador.
Uma outra questão que o filme retrata bem é o tempo que a pessoa não tem para a vida pessoal. O protagonista e a editora-chefe se dedicam quase que exageradamente a profissão causando assim o distanciamento familiar de ambos, do protagonista que quase perde o parto de sua esposa e da editora-chefe que é uma grande solteirona.
No final tudo acaba bem, mas infelizmente, na maioria das vezes, o final feliz só ocorre em Hollywood.
=**
1 de junho de 2009
Sobre o MTV Movie Awards 2009

Tivemos também a desastrosa Kristen Stewart, Bela de Crepúsculo, que derrubou o troféu, a brilhante participação de Jim Carey e a homenagem para Ben Stiller. Foram fantásticos!!!

O filme Crepúsculo é muito bom, eu adoro, mas ele não merecia levar todos os prêmios que levou. O prêmio de melhor luta foi ridículo, ela é bem curta e não tem nada de mais, ela só está no filme para dar mais tensão e dar um ar de principe encantado ao Edward. Com toda certeza o Batman: O Cavaleiro das Trevas deveria ter levado essa.Eles deveriam ter ganhado em melhor canção, Paramore é legal e a letra encaixou bem com o momento do filme.
Robert Pattinson como ator revelação foi perfeito adoro os olhares que faz no filme, mas a Kristen Stewart com melhor atriz é ruim de engolir, ela ganhou da Kate Winslet que está totalmente perfeita em O leitor.
Melhor filme tudo bem, eu votei neles apesar de achar que Quem quer ser um Milionário? também merecia.
E por falar em Quem quer ser um Milionário?, a Freida Pinto deveria ter levado o prêmio de melhor atriz revelação, ela simplesmente está demais. E acho que eles deveriam ter levado o prêmio de Que Porra é Essa?, a cena do menininho caindo no meio de um monte de fezes é nojenta e merecia (mesmo eu não tendo assistido aos concorrentes, haha).
Melhor vilão e melhor atuação em comédia já eram esperadas e até bem clichês. Mas valeram!!
Comentei somente sobre algumas coisas e algumas premiações até mesmo por que não sou nenhuma expert em cinema e por que eu não assisti a todos os filmes que foram indicados, mas segue abaixo a classificação completa da premiação.
Melhor filme: Crepúsculo
Melhor Atriz: Kristen Stewart (Crepúsculo)
Melhor Ator: Zac Efron (High School Musical 3)
Atriz Revelação: Ashley Tisdale (High School Musical 3)
Ator Revelação: Robert Pattinson (Crepúsculo)
Melhor Atuação em Comédia: Jim Carrey (Sim, Senhor)
Melhor Vilão: Heath Ledger (Batman: O Cavaleiro das Trevas)
Melhor Luta: Robert Pattinson vs. Cam Gigandet (Crepúsculo)
Melhor Beijo: Kristen Stewart e Robert Pattinson (Crepúsculo)
Melhor Momento WTF?: Amy Poehler - Mijando na Pia (Uma Mãe para meu Bebê)
Melhor Canção: “The Climb” (Hannah Montana: O Filme)
Esperamos que ano que vem seja bem melhor.
=**
16 de abril de 2009
Entre o certo, o errado e o amor
A relação entre eles não é apenas sexo, é uma troca. Ele lê para ela e a leva para mundos onde ela nunca imaginou ver e ela o ensina as artes do Kama Sutra. Com isso eles acabam se apegando e a coisa toma um rumo que eles não esperavam, até que um dia ela decide deixá-lo curtir a sua juventude e vai embora.
Depois de um tempo ele vai para a faculdade de direito e é levado por um professor para estudar um determinado caso. Ele fica espantado quando a vê no banco dos réus, acusada de matar centenas de judeus na época em que trabalhou como guarda do campo de concentração de Aushwitz.E sabe o que é mais interessante? Ela pedia para que as suas vítimas lessem para ela. Enquanto uns achavam absurdo esse ato, ela contra-atacava dizendo que não queria matar ninguém, mas que era a sua função e que não tinha outra escolha. Então ela solta uma pergunta da qual eu ainda penso muito a respeito "O que você faria?", difícil essa, né?
Tão difícil quanto o lado dele que tem uma chance de salvá-la, de mudar o rumo do processo, mas se cala. Ele bem que tentou, lutou contra as suas lembranças mas no final decidiu não interferir, até porque parece que ela quer isso (por vergonha de confessar que não sabia ler e nem escrever) então ela acaba condenada a prisão perpétua.
O tempo passa, ele esta se divorciando e vai a um encontro com a filha. Vida normal? Acho que não. A própria filha comenta o quanto ele era distante e como ela não o conhece, não sabe quem é o próprio pai. Uma pessoa que vive culpada de coisas que aconteceram no passado, coisas que ele fez ou que deixou de fazer, com consequencias que duram a vida inteira.

15 de janeiro de 2009
Diversão, solução sim

Mesmo depois da tragédia que aconteceu com Marcelo Fromer e das saídas de Nando Reis e Arnaldo Antunes eles não perderam a garra, hoje com cinco integrantes a banda continua e a amizade dos sete também.
Com uma edição bem underground ninguém ficou parado. O cinema inteiro cantava e pulava sentados nas cadeiras, tinha até umas mãozinhas que iam de um lado para o outro e o coral.
Demos muitas risadas com as dancinhas que eles faziam nos programas de TV e com as aparências deles, todos com cara de moleques e cabeludos. Também nos espantamos com as aparências de certas pessoas como o Gugu, Faustão, Silvio Santos, Hebe e Elke Maravilha. Eles devem dormir no formol, sei lá, desde os anos 80 até hoje eles estão com a mesma cara, o mesmo cabelo e o mesmo peso. Como??
Sinceramente, eu não sou muito fã de bandas brasileiras, somente uma banda ou outra dos anos 80 e algumas que nem existem mais. Mas podem ter certeza de que o Titãs está incluído nessa lista.
O nome do filme ficou perfeito!!
Apesar do visual anos 80 ser muito bizarro, eu queria ter vivido nessa época, ir ao Rock in Rio, ver shows de bandas que hoje não existem mais e sentir o rock brasileiro. Infelizmente são raríssimas as bandas que se salvam nos dias de hoje, a maioria é pop ou “emo”. Sinto falta de ideologias, letras fortes e guitarras pesadas.
Fenomenal!! E depois de mais ou menos 90 minutos, saímos da sala de cinema com a seguinte idéia “Vamos montar uma banda de rock?”.







