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13 de outubro de 2010

Aventura em Itu


Quando o SWU foi anunciado, rolou uma certa euforia.
No início eu fiquei puta com os valores, até que eles lançaram o lote promocional de R$95,00 reais em 6x sem juros. Opa! Fizeram a alegria da pobre aqui. haha

Queria ter tido grana para ir nos outros dias, mas o dia 11 foi fantástico e era o que tinha a quantidade de bandas que eu mais gostava.

A ansiedade foi enorme, quase não dormia direito. No dia 11 ás 07h30 já estava no metrô Saúde com a galera para encontrar a empresa que nos levou para ITU. Muita animação. Até chegarmos-la.

Com um pequeno atraso chegamos em Maeda umas 10h30 e corremos para a fila. A abertura dos portões estava prevista para as 12h. Ficamos esperando ... e nada. Os monitores não sabiam explicar o motivo da demora, o sol começava a ficar mega forte e então quando deu umas 14h00 nos liberaram.

Só que o "inferno" estava apenas começando. Sim, tinha mais uma entrada onde seriamos revistados. Só que demorou muito, todo mundo aglomerado (por que juntaram também as pessoas que estavam na outra entrada), e começaram a nos dizer coisas que não poderiam entrar como desodorante, maquiagem, perfume, etc.

Uma galera se revoltou e começou a chover, literalmente, bolacha, desodorante, papel higienico e tudo mais que vocês podem imaginar. Foi uma "porquisse" sem tamanho. Tudo isso para uma mulher olhar a minha mochila por cima, ela se quer colocou a revirou ou colocou a mão dentro para ver o que tinha.

Então eu achei que ia conseguir entrar, mas a alegria durou pouco, depois da zona eles queriam que a gente se dividisse (homens de um lado e mulheres de outro) para a segunda revista. Demorou muitooo e para variar os homens passavam e a mulherada continuava.

Nunca vi tanta confusão!!!














Mas depois confesso que a decepção foi esquecida.
O lugar era enorme e tinha muitos stands legais como a da revista Rolling Stones, o do Fast da Nestle, as bikes para dar uma esquentadinha e uma torre de Heineken. Tirei várias fotos, mas acabei perdendo a máquina, por isso as fotos daqui são de amigos ou da net. =/

A estrutura dos palcos foram fantásticas, os shows maravilhosos.

Dou destaque para os meus preferidinhos: Avenged Sevenfold e Incubus.














Tocaram as melhores músicas e a performance foi de surpreender. Ai ai, ainda tô sonhando com eles.

Depois para os queridos do Linkin Park, pena que o novo CD não está tão legal quanto os outros, mas as músicas antigas agitaram e foram fantásticas. E o Queens Of the Stone Age, o que foi aquele show? Os caras são demais, me surpreenderam.

E vou confessar. Respeito muito o talento e a importância dos irmãos Cavalera, mas não consigo ficar escutando eles por muito tempo, me irritam. Sei lá. Mas o show foi bom, agitaram muito e tocaram paks.



Ahh, só mais uma crítica para que o #SWU2011 seja ainda melhor, o intervalo entre as bandas é muito curto. Eu demorei horrores para sair do palco do Avenged até o palco do Incubus, era gente demais, num espeça relativamente pequeno (por conta das muitas grades). Quando cheguei eles estavam começando a 2º música, poxa 10 min é pouco tempo de intervalo.

É isso, no geral eu gostei bastante e até penso em ir no próximo, mas melhorem algumas coisinhas, ok?

Bjoks



PS: Quero casar com o M. Shadows

13 de julho de 2010

Rock in life


A memória mais antiga que tenho guardada com muito carinho é a seguinte:

Eu com 6 anos, na casa da minha vó com a minha mãe (meus pais tinham acabado de se separar) e no nosso pequeno quartinho eu assobiava Patience do Guns. e ficava de um lado para o outro cantando "Dream On, Dream On, Dream On" sem parar pois eu não sabia cantar o resto da música do Aerosmith. Sem contar que quando eu vi uma foto do Bon Jovi falava "moço bonito!", bom gosto desde sempre. há
Minha mãe também me apresentou muitas bandas brasileiras como: Legião Urbana, Titãs, RPM, Paralamas do Sucesso, Nenhum de Nós, Plebe Rude ....

O mais engraçado é que quando eu ia para a casa do meu pai (na época ele era um pai de verdade), ele me falava que essas bandas que minha mãe gostava eram muito ruins e que eu tinha que escuta coisa boa. Os exemplos que tive dele? Sex Pistols, Bad Religion, Dead Kennedys e por ai vai.

E como eu queria agradar a todos e eles também queriam me agradar, acabava escutando de tudo. Tenho fotos lindissimas dessa época (preciso scanear) em que eu estou usando um all star de cano alto *_*

Com o tempo vamos amadurecendo e criando o nosso prórpio estilo, os amigos acabam nos influênciando e tals, mas nunca deixei de escutar Rock. Havia brigs homéricas com a minha irmã, disputavamos o rádio, pois como toda família tem uma olvelha negra ... a minha irmã se tornou pagodeira.

No colégio comecei a conhecer mais de metal, o meu primeiro namorado era vidrado em Metallica e me fez ficar viciada também. Achava o máximo andar com ele e os amigos dele. Aprendi muito e conheci muitas bandas novas.

Tive amigos que me falavam "Você tem que conhecer essa banda", e como eu era meio "Pop" na escola fiquei amiga de muita gente que curtia de tudo e o melhor eles sempre me davam os cds. Sempre gostei de conhecer coisas novas, com eles conheci The Cult, The Verve, Foo Fighters, Nirvana, Offspring, Blind Pigs, NOFX, MXPX, The Doors, entre outras coisas.

Nessa época aprendi a tocar violão. Comecei na igreja e depois os amigos foram tomando esse lugar.

E eis que conheço uma banda chamada "Tróia", eles tocavam HC melódico e me chamaram a atenção. Ficamos muito amigos e além de organizar os shows conheci muitas bandas como Millencolin, Dead Fish, Ignite, Face to Face, Alexisonfire, Nitrominds e também comecei a frequentar a cena "Under". Conheci o Hangar 110 e a Tribe House que faziam mega sucesso e acabei tendo contato com bandas como Sugar Kane, Houdini, Envydust, Fresno e NX Zero (no começo eles eram bons).

Época muito divertida! Todos os meus amigos tinham bandas e eu também tive uma, banda Sêmem. Isso mesmo, uma banda com 5 meninas que infelizmente não vingou. Tivemos até um bar que se chamava "ZN Atack", era o nosso "point", nos encontravamos todo o domingo para conversar, ouvir a banda de nossos amigos e trocar experiências. Foi nessa época que aprendi a andar de Skate.
Depois disso tive um namorado que me apresentou para o Killers, Kaiser Chiefs, Le Tigre, Kings of Leon, Stereophonics e muita coisa Indie.

Algum tempo depois, já na faculdade, tive um aniversário em um bar novo que se chamava "The Clock". Assim que entrei no lugar já me apaixonei, na época era bem vazio (diferente de hj, que há brigas para se ter uma mesa), aquele lugar com aparência de lanchonete dos anos 60, com os bancos de vinil vermelho, as pessoas dançando e a banda fantástica com um vocalista de topete e la Elvis.

Me apaixonei e não consegui mais parar de frequentar o lugar, até trabalhei lá, fiz grandes amigos de músicos a clientes que me mostraram como dançar é bom e como ouvir bandas fantásticas como Beatles, Elvis, Jerry Lee Lewis, Johne Cash, Dick Brave, Carls Perkings, Bill Haley & His Comets, Stray Cats ...

Hoje estou muito mais voltada para o Rockabilly, mas não deixo de escutar todas as bandas citadas entre outras. Afinal gostar de uma coisa só é chato, há tanta coisa boa por ai.

Gosto de Rock e não de um estilo específico de Rock. Sou eclética, mas curto coisa boa. Esse negócio de Happy Rock não tá com nada, ECA!!!

E viva o dia do Rock!!! \m/

31 de maio de 2010

Show Aerosmith

Eram 16h quando entrei no Parque Antarctica, e ele estava muito vazio, por isso fui andando, pedindo licença, fazendo "amizades" e consegui.
Fiquei a umas 3 fileiras da grade, poderia ter ficado mais perto só que tinha a área VIP. Mas mesmo assim foi PERFEITOOOO!!!

Esse ano a banda de abertura foi a brasileira Cachorro Grande. Eu gosto muito deles e pelo jeito era a única, eu cantava e os outros me olhavam torto e reclamavam. Tá, em 2007 foi o Velvet Revolver que empolgou a todos. Mas nada de vaiar né? Vamos respeitar o trabalho dos caras.

Quando eles sairam do palco eu comecei a sentir borboletas no estômago, o coração bateu mais forte e de repente uma bandeira enorme cobriu o palco com o logo da banda. Comecei a gritar muito e quando ela caiu eu quase infartei.

Achei o set list fantástico. Faltou a minha queridíssima "I don´t wanna miss a thing" Mas não posso reclamar pois a vi em 2007

O solo de bateria foi demais, teve até a participação do Tyler. Depois foi a vez de Perry "duelar" com o seu bonequinho do "Guitar Hero", em seguida Perry começa a cantar e Tyler arrasando na gaita, bem como o Tom no seu baixo.

Foi lindo ver o público cantando todas as músicas em coro com o Tyler, deixando espaço para os seu gritos que rechearam o estádio de aplausos!! Eles sim estão na "melhor idade".

Tal qual em 2007 achei todos super entrosados e animados. Vi no palco performaces inpecáveis, solos phodasticos e senti uma energia impressionante. Sério, esqueci completamente as brigas que eles vinham tendo e espero que eles voltem.

Olha o set:

Eat The Rich
Back in the Saddle
Love in an Elevator
Falling in Love (is Hard on the Knees)
Pink
Dream On
Livin' on the Edge
Jaded
Kings And Queens
Crazy
Cryin'
Solo de Bateria
Lord Of The Thighs
Joe Perry Guitar Battle
Stop Messin' Around (Fleetwood Mac cover)
What It Takes
Sweet Emotion
Baby, Please Don't Go (Big Joe Williams cover)
Draw the Line

BIS:
Walk This Way
Toys in the Attic


=**
Posso morrer feliz *___*

3 de março de 2010

Show do Coldplay

Depois de muito tempo o Brasil entra na rota de shows internacionais, o século XXI com toda certeza foi o mais proveitoso. As pessoas ficam felizes e empolgados, então a empresa Time 4 Fun (a única que organiza eventos gringos aqui) começa a crescer e o que vemos hoje? O monopólio.

Eu não ia ao show, mas nos 45 minutos do 2º tempo eu peguei a grana, sai do trabalho as 19h e tive que ir de táxi (fiquei com medo do trânsito e de não conseguir chegar) e essa história fica para o próximo post (prometo).

Pela 1ª vez tive que ficar na arquibancada azul (por vários motivos e o maior deles: o dim dim). Cheguei em cima da hora, não vi nenhuma banda de abertura mas estava animada e com a melhor das expectativas.

As luzes se apagaram e de repente eles entram no palco pulando e com puta jogo de luzes, mas algo estava errado. O som.

No começo achei que normal por estar na arquibancada, mas depois de 3 músicas a galera começou a gritar "aumenta o som". Entrei na onda por que estava mtoooo baixo, tanto que tinha um cara na minha frente fazendo conchinha com as mãos nos ouvidos para tentar escutar melhor. Bizarro, mas eu e minha amiga acabamos imitando.

O pior foi quando eles foram para um mini palco improvisado, realmente não dava para escutar NADA!! e ai começaram as vaias. Eles bem que tentaram arrumar, mas o som só ficou melhorzinho no final do show quando muita gente já tinha ido embora.


Mas não vou reclamar de tudo não.
O show tinha de tudo para entrar no ranking de "os melhores da minha vida", o efeito de luzes, as borboletas, as bolas em "Yellow", o Chris correndo de um lado para o outro, os clássicos que eles tocaram (o set list estava perfeito), o parabéns para o Chris Martin (em português) foi fofo *_* e lógico o coral "oooh ooh"

Mas infelizmente não foi, tanto que agora há uma comunidade no Orkut sobre e no Twitter estão divulgando o e-mail para reclamações imprensa@t4f.com.br.

No dia seguinte ao show eu conversei com amigos que estavam na pista e os que estavam bem lá na frente conseguiram ouvir bem, já os que estavam do meio para o final não ouviram muito bem não e reclamaram.

Neste mesmo dia li várias criticas sobre o evento e algumas comentaram sobre o incidente e a Carol Tavares da MTV colocou no site que o som na pista Vip estava perfeito.

Porra, apesar de ter pago mais barato nós temos o mesmo direito que eles, por isso mandei um e-mail para a Time 4 Fun e entrei na comu.
Já não basta os shows aqui serem mega caros ainda temos que sair "insatisfeitos"?? Não é justo!

Até o próximo.

=**

22 de abril de 2009

Super music-games

O primeiro e único video game que fez parte da minha infância foi um Atari, herdado da minha mãe e das minhas tias, com centenas de fitas (daquelas que você precisa assoprar para funcionar) e algumas em versão especial com 100 jogos.

Ficava horas me divertindo e podia fica muito mais se tivessemos outra TV que ligasse o antigaço video game. Mas até que era bom, ficava na rua com a galera e cada cicatriz que está em meu corpo tem uma história.

Mas devo dizer que se o meu priminho não quiser ir para a rua e preferir jogar video game, vou dar o maior apoio e ainda brinco com ele ... haha. A tecnologia e a imaginação das pessoas me surpreendem a cada dia!!

Depois do fantástico Guitar Hero até o final do ano serão lançados dois mega video games fodastikos, que nos transformam em pseudo-músicos e faz a criançada aprender a ter um bom gosto musical.















Um deles é o Lego Rock Band, que ao contrário do Guitar Hero, trará 'roqueiros' não tatuados e com cara de bonzinhos. Um game que será voltado para crianças com faixa etária entre 10 a 12 anos, mas duvidos que os marmanjos não irão gostar.

O outro garanto que tem pessoas contando os dias para o seu lançamento em 9/9/09, o The Beatles: Rock Band. Ele terá uma réplica do baixo utilizado por Paul McCartney e bateria Ludwig inspirada no modelo de Ringo Star com acabamento perolado, em versão limitada.

Ainda não foram divulgadas as músicas que irão fazer parte do game e nem a quantidade, mas garanto que a espectativa é bem grande.

Até lá preciso concertar o meu Atari que quebrou, alguém sabe onde posso fazer isso?




=**


fonte: Portal da MTV e da revista Rolling Stone

15 de janeiro de 2009

Diversão, solução sim

Nessa semana juntei alguns amigos e fomos ao cinema. O filme? Titãs - A Vida até Parece uma Festa. Um documentário sobre a história da banda, com vídeos caseiros, programas de TV, ensaios, shows, loucuras, bagunças, festas e brigas. Mas o que mais chamou a atenção foi a amizade deles.

Mesmo depois da tragédia que aconteceu com Marcelo Fromer e das saídas de Nando Reis e Arnaldo Antunes eles não perderam a garra, hoje com cinco integrantes a banda continua e a amizade dos sete também.

Com uma edição bem underground ninguém ficou parado. O cinema inteiro cantava e pulava sentados nas cadeiras, tinha até umas mãozinhas que iam de um lado para o outro e o coral.

Demos muitas risadas com as dancinhas que eles faziam nos programas de TV e com as aparências deles, todos com cara de moleques e cabeludos. Também nos espantamos com as aparências de certas pessoas como o Gugu, Faustão, Silvio Santos, Hebe e Elke Maravilha. Eles devem dormir no formol, sei lá, desde os anos 80 até hoje eles estão com a mesma cara, o mesmo cabelo e o mesmo peso. Como??

Sinceramente, eu não sou muito fã de bandas brasileiras, somente uma banda ou outra dos anos 80 e algumas que nem existem mais. Mas podem ter certeza de que o Titãs está incluído nessa lista.
O nome do filme ficou perfeito!!

Apesar do visual anos 80 ser muito bizarro, eu queria ter vivido nessa época, ir ao Rock in Rio, ver shows de bandas que hoje não existem mais e sentir o rock brasileiro. Infelizmente são raríssimas as bandas que se salvam nos dias de hoje, a maioria é pop ou “emo”. Sinto falta de ideologias, letras fortes e guitarras pesadas.

Fenomenal!! E depois de mais ou menos 90 minutos, saímos da sala de cinema com a seguinte idéia “Vamos montar uma banda de rock?”.

15 de agosto de 2008

A vida tem uma trilha sonora


A música pode traduzir pensamentos, acolher almas e divertir. Umas não tem explicação e outras podem servir para alguns momentos. Em determinadas ocasiões música é apenas música.

Pois é, quem nunca desejou ficar sozinha em seu quarto, escuro, escutando apenas aquela seleção especial que você fez para aquele momento. Pode ser que você já tenha pensado nela antes, pode ser que você a faça na hora mesmo, mas ela sempre será especial.

Um momento único, impagável! Você com você mesmo.

Mas, também existem momentos em que queremos uma companhia ou várias companhias. Pode ser uma balada com os amigos, uma festa na casa de alguém, uma zoeira no carro, uma ida da casa para o trabalho, enfim, muitos momentos.

Ela embala momentos bons e ruins.

Quem nunca se sentiu num filme de Hollywood?
Quando algo acontece e logo vem aquela música opinando, te dizendo o que fazer, retratando o acontecimento ou apenas estimulando os seus sentimentos. Até parece que a música está ali, para que todos possam compartilhar dela.

Independente de estilos, música é música! Ela pode ter vários pontos de vista, mas sempre vai ter alguém que diz “Ela foi feita para mim”. Acontece! E esta é a magia da música, embalar as pessoas na sua essência. Verdade!

Você pode conhecer uma pessoa pelo que ela escuta, são assim denominadas ‘tribos’, mas você também pode saber como ela está se sentindo e o que está se passando na vida dela. Tudo isso através da música.

Saudades, alegrias, momentos simples e especiais que são lembrados todas as vezes em que escutamos AQUELA música e todas elas juntas vão completando a trilha sonora da sua vida.

E como diria o mestre Cazuza, “A vida não pára!”