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15 de julho de 2013

Minha vida sem mim

Durante um tempo achei que vivia plenamente e que aproveitava tudo o que a vida poderia me oferecer. Era feliz, ou achava que era.

De repente o que eu achava certo se tornou errado. Custei a acreditar, briguei, chorei, insisti, persisti até não me restarem mais forças. Chegou o fim do caminho e tive que escolher entre continuar lutando ou desistir.

Desisti.

Mas o que mais dói é perceber que a vida não para, o mundo não para, não importam os motivos ou as argumentações, o tempo passou e a sensação de que você ficou para trás é inevitável.

Cair no mundo real nos faz ralar os joelhos, nos deixa com lágrimas nos olhos e agonia no coração.

Muita coisa mudou e você percebe que não participou de nada disso. O sentimento de injustiça predomina, mas a escolha foi minha e recuperar tudo isso também depende só de mim. Parece fácil, mas não é. As pessoas não confiam mais em você, já não sentem mais a sua falta.

A vida continuou e a sensação de que você não faz mais parte dela é revoltante. O que antes era fácil hoje necessita de muito esforço: a saúde, a autoestima, a confiança, a inteligência, a conversa leve, as risadas ...

Se me arrependo? Não. Aprendi muito e conheci um sentimento incrível e verdadeiro, só que ele se transformou em doença, em loucura.

Preciso correr atrás do prejuízo, preciso saber quem eu sou e como serei daqui pra frente, me redefinir para provar a mim mesma que eu ainda sou capaz. Assim também espero provar para os amigos queridos que estou de volta.

Não sou tão inocente a ponto de acreditar que as coisas serão como antes, mas algumas pessoas fazem falta, amigos que um dia foram especiais e que eu magoei. Já me disseram que somente os verdadeiros ficam, de fato se não fossem estes eu estaria perdida, mas preciso me redimir, pedir desculpas pelo que fui.

Estou tentando e espero nunca mais ter que desistir e recomeçar.

13 de junho de 2012

Morando com estranhos

Qual o dever de uma família? Desde que eu me conheço por gente, desde as minhas lembranças mais remotas, busco por esta resposta. E hoje me pus a refletir se esta resposta realmente existe. Afinal de contas, tudo neste mundo é relativo. Não é?

Existem famílias que sempre foram pobres de espírito, famílias que nunca tiveram uma expectativa de vida e estão vivendo felizes, uns com os outros. Por outro lado existem famílias batalhadoras, que sempre buscam o seu melhor e sempre se ajudam a trilhar o caminho da vida. Mas a descrição de famílias vai muito além disso, é muito mais complexo do que apenas se amarem ou não. Ter condições sociais ou não.
Algumas pessoas acreditam em carma, outras no destino, outras em vidas passadas, outras em aprendizagem do ser humano, outras em nada. Existem pessoas que levam a sua família nas costas como um caramujo, e há aquelas que vivem a sua vida e deixam a família fazer algumas participações especiais. Em outras família é mais fácil puxar o tapete de alguém e ser superior.
Não tenho a prepotência de dizer quem está certo ou quem está errado, tenho a minha crença e sei bem no que acredito. Agora, gostaria de entrar em outra questão, e as nossas necessidades?
Isso mesmo as necessidades. De um dia chegar empolgada do trabalho e poder compartilhar esta alegria, chegar revoltada do trabalho ou da faculdade e poder despejar em casa, naquela pessoa que você sabe que pode confiar. Ficar doente e saber que haverá um abraço de consolo, um remedinho na cama. Nos momentos de dificuldade financeira poder contar com o apoio de quem pode, mesmo que esse apoio sejam apenas palavras de incentivo e de coragem para que possamos seguir em frente. Receber visitar e ir a festas sem precisar fingir que ama aquele que mora contigo.
Necessidade de apoio, carinho, compreensão e por que não de convivência. Será que o dever da família é simplesmente um existir? Será que o dever de uma família é mentir? Brincar de ser feliz?
Tenho amigos que comentam que família só serve para casamentos ou velórios. Por quê? Infelizmente na minha família nem mesmo isso acontece.
Sinto todos os dias que durmo com o inimigo, aquele que não perde a oportunidade de me apunhalar, de descontar coisas de seu passado ao qual eu não fiz parte. Seja com um olhar, com uma briga, com um xingamento disfarçado, ou até mesmo com o silêncio ....
Problemas emocionais, uma tempestade que ameaça me pegar de jeito, uma operação que o SUS não cobre, um convênio que não existe, um pai que nem sabe a data de nascimento da filha, entre tantas outras coisas o que mais importa na verdade é o dinheiro. As vezes penso que nem  isso, que o importante mesmo é pisar em quem já está na merda, para ter o gostinho da vitória e sentir o sabor da superioridade.
Drama? Nos dias de hoje está na moda. Mas se alguém souber a resposta da minha pergunta, estarei aqui esperando ...

21 de janeiro de 2011

Feliz 2011??

Realmente faz mto tempo que eu não passo por aqui. Mas são tantos acontecimentos, a minha net continua uma bosta e ai perco o tesão.
Porém prometo voltar a postar regularmente. ^^

Feliz 2011 para você ... mesmo depois de 21 dias do ano novo =P

Comecei 2011 com o pé direito e com um espaço preenchido no meu coração. Como é bom amar e ser amado né? Depois conto detalhes, por enquanto fiquem com uma música fantástica do cantor mais phoda.





Beijoks

29 de novembro de 2010

Aventuras de um TCC

Você fica 3 anos da sua vida acadêmica esperando esse momento. Afinal, ele marca o começo de um novo ciclo na sua vida, o término de uma especialização em algo que, provavelmente, você gosta muito e que escolheu para o resto da sua vida.

Mas sempre há os seus probleminhas, né?
Brigas e discussões passam a ser frequentes e sem contar a total falta de comprometimento de algumas pessoas.

Desde a escolha do tema o meu grupo vem discutindo, coisas banais aconteceram e coisas bem tensas também.

É incrível como no último ano de faculdade existem pessoas que copiam coisas da internet e acham que ninguém vai descobrir, incrível como uma pessoa não sabe e não quer usar as normas da ABNT, e ainda alega que não sabe usar. Acho que essa pessoa não conhece o GOOGLE.

Ou então a pessoa que não sabe organizar o seu tempo. Trabalhar, estudar, namorar, sair com os amigos, família ... Todos TEMOS que fazer essas coisas, mesmo durante o TCC para não pirar, mas tem pessoas que não conseguem fazer as coisas dentro dos prazos e sempre tem uma desculpa na ponta da língua.

Eu tenho amigos me odiando muito por eu ter “sumido” nos últimos dias, minha mãe reclama do computador ligado até de madrugada, o love reclama que eu saio cedo de um role para terminar alguma coisa do trabalho. E ai?

Acho que a palavra mesmo é comprometimento.

Mas enfim, a primeira parte está feita e foi entregue hoje.
Estou com medo e mega ansiosa. A pré-banca é na semana que vem, dia 06/12.

E estou com medo também. Medo do que algumas pessoas podem vir a me proporcionar no ano que vem. A parte mais jornalística do TCC e a mais tensa.



OBS: este post é um desabafo

13 de outubro de 2010

Aventura em Itu


Quando o SWU foi anunciado, rolou uma certa euforia.
No início eu fiquei puta com os valores, até que eles lançaram o lote promocional de R$95,00 reais em 6x sem juros. Opa! Fizeram a alegria da pobre aqui. haha

Queria ter tido grana para ir nos outros dias, mas o dia 11 foi fantástico e era o que tinha a quantidade de bandas que eu mais gostava.

A ansiedade foi enorme, quase não dormia direito. No dia 11 ás 07h30 já estava no metrô Saúde com a galera para encontrar a empresa que nos levou para ITU. Muita animação. Até chegarmos-la.

Com um pequeno atraso chegamos em Maeda umas 10h30 e corremos para a fila. A abertura dos portões estava prevista para as 12h. Ficamos esperando ... e nada. Os monitores não sabiam explicar o motivo da demora, o sol começava a ficar mega forte e então quando deu umas 14h00 nos liberaram.

Só que o "inferno" estava apenas começando. Sim, tinha mais uma entrada onde seriamos revistados. Só que demorou muito, todo mundo aglomerado (por que juntaram também as pessoas que estavam na outra entrada), e começaram a nos dizer coisas que não poderiam entrar como desodorante, maquiagem, perfume, etc.

Uma galera se revoltou e começou a chover, literalmente, bolacha, desodorante, papel higienico e tudo mais que vocês podem imaginar. Foi uma "porquisse" sem tamanho. Tudo isso para uma mulher olhar a minha mochila por cima, ela se quer colocou a revirou ou colocou a mão dentro para ver o que tinha.

Então eu achei que ia conseguir entrar, mas a alegria durou pouco, depois da zona eles queriam que a gente se dividisse (homens de um lado e mulheres de outro) para a segunda revista. Demorou muitooo e para variar os homens passavam e a mulherada continuava.

Nunca vi tanta confusão!!!














Mas depois confesso que a decepção foi esquecida.
O lugar era enorme e tinha muitos stands legais como a da revista Rolling Stones, o do Fast da Nestle, as bikes para dar uma esquentadinha e uma torre de Heineken. Tirei várias fotos, mas acabei perdendo a máquina, por isso as fotos daqui são de amigos ou da net. =/

A estrutura dos palcos foram fantásticas, os shows maravilhosos.

Dou destaque para os meus preferidinhos: Avenged Sevenfold e Incubus.














Tocaram as melhores músicas e a performance foi de surpreender. Ai ai, ainda tô sonhando com eles.

Depois para os queridos do Linkin Park, pena que o novo CD não está tão legal quanto os outros, mas as músicas antigas agitaram e foram fantásticas. E o Queens Of the Stone Age, o que foi aquele show? Os caras são demais, me surpreenderam.

E vou confessar. Respeito muito o talento e a importância dos irmãos Cavalera, mas não consigo ficar escutando eles por muito tempo, me irritam. Sei lá. Mas o show foi bom, agitaram muito e tocaram paks.



Ahh, só mais uma crítica para que o #SWU2011 seja ainda melhor, o intervalo entre as bandas é muito curto. Eu demorei horrores para sair do palco do Avenged até o palco do Incubus, era gente demais, num espeça relativamente pequeno (por conta das muitas grades). Quando cheguei eles estavam começando a 2º música, poxa 10 min é pouco tempo de intervalo.

É isso, no geral eu gostei bastante e até penso em ir no próximo, mas melhorem algumas coisinhas, ok?

Bjoks



PS: Quero casar com o M. Shadows

26 de julho de 2010

O Caso Cine Belas Artes

Eu acho incrível como as pessoas do Twitter fazem campanhas para as coisas mais bestas que possamos imaginar. Os conhecidos TT's BR sempre deixam a desejar.

A internet é uma ferramenta fantástica e temos que usá-la em prol da cidadania, temos que saber a impotância e a força que essa ferramenta nos oferece.

Por isso o grande amigo Thiago Meia e eu, além de algumas (poucas) pessoas no twitter, estamos fazendo uma campanha para ajudar o Cine Belas Artes a ganhar um novo patrocinador.
Explico:
O Cinema foi inaugurado na década de sessenta e já passou por vários "perrengues" até que o cineasta André Sturm, da Pandora Filmes assumiu a direção do Cine junto com a O2 de Fernando Meirelles. Foi ai que aconteceu o patrocínio do banco HSBC, mas em Março desde ano o banco deidiu reincidir o contrato, como pode ser visto aqui
.

Sturm afirmou que se não conseguir um patrocinador terá que fechar o cinema.

Várias pessoas estão se mobilizando, vários jornais noticiaram o fato, mas infelizmente ninguém parece querer patrciná-lo.

O blog Patrocinem o Cine Belas Artes , foi criado com a intuição de chamar a atenção de alguns empresários e está divulgando a programação do cinema. Assim como o Twitter @belasartescine que mostra as novidades.

O Cine Belas Artes merece o nosso apoio, afinal ele é um dos poucos cinemas que ficam na rua, que se localiza na melhor avenida da cidade, faz o noitão, passa filmes conhecidos como "lado B" e reuni gente de todas as tribos.

Até o mês de setembro 17 restaurantes paulistanos criaram a campanha "Salve o Belas Artes: Tudo Pode Dar Certo”, onde de segunda a quinta você assiste a um filme por R$5 e ainda ganha uma sobremesa em um desses restaurantes.

Vamos lá, juntem a galera para ir ao cinema, coloquem no twitter a hashtag #salvemobelasartes.

Pois é triste saber que ele pode ser substituído por um puteiro ou coisa parecida.

=**

28 de junho de 2010

Quando chega a hora

Quem é meu amigo íntimo ou vem acompanhando o meu Fotolog sabe que no dia 07/05 a minha cachorra Ponka operou de um tumor na boca.
Aparentemente, depois da operação, ficou tudo bem. Mas aconteceram umas complicações, e o meu psicológico já não estava em seu estado normal. A seguir a história:

Comecei a me lembrar de quando ela chegou em casa, eu tinha uns 12 anos e ela 4 meses. Estava assustada pois vinha do interior, sim Ribeirão Pires. Um dia antes dela chegar, minha irmã e eu fizemos uma votação para decidir o nome dela.

Ponka foi a escolhida por causa do desenho da Pokahontas, nós eramos pequenas e não conseguiamos falar direito, por isso para a gente era Ponkahontas. E a galera resolveu aderir.

Já tive muitos cachorros, mas a Ponka foi a 1ª que eu ensinei a dar a patinha, sentar, deitar e virar de barriga para cima, tudo para ganhar um biscoito. Foi a primeira cachorra que comia sentada, um charme já que os outros comiam em pé.

Foi com toda a certeza a cachorra mais alegre e animada que já tive. Sempre correndo, brincando e super atenta. Eu sou muito dorminhoca, mas ela não me acompanhava não, quando o sino da igreja tocava às 12h ela saia correndo para o meu quarto e me acordava a lambidas.

Se não me engano, em meados de 2005 ganhamos mais um integrante na familia. O Billy.
Juntos eles faziam um casal lindo e me deram a linda Jully, que hoje é o amor da minha vida. Como vocês puderam ver o Billy não ficou muito tempo com a gente. Se foi.

E tudo parecia tranquilo, quando em Maio desde ano descobrimos um inchaço na boca da Ponka e um mal hálito mega forte. A levamos ao veterinário mais próximo, de onde nos veio o diagnóstico "Ela tem um tumor que deve ser operado imediatamente".

E assim foi feito.
Ela estava se recupendo bem, ficou banguela apenas de um lado, mas ela nem ligava e continuava alegre a avisar a rua inteira quando chegava alguém em casa. rsrs

Até que 2 semanas depois reparamos que o tumor ainda estava lá, voltamos no médico e ele nos mandou continuar com o medicamento. Só que o negócio foi crescendo muito rápido. Descobrimos um outro veterinário, um pouco mais distante mas com ótimas referências.

E então o diagnóstico: "Esse tumor era maligno, não tinha que ter operado. E ele ainda operou errado por que restou um dente, bem em cima do tumor, o que pode machucar mais ainda". Então mudou os remédios.

Desde o começo eu não estava muito bem psicologicamente. Eu cuidava dela, dava remédio, moia a ração para ela não se machucar mais ainda. Mas é triste ver alguém que amamos definhar.

Até que neste sábado (27/06) ela amanheceu com a boca torta e sangrando muito. Nem pensamos e fomos ao veterinário. Mas não teve jeito, a hora havia chegado.

"Eu não gosto de dizer isso, mas acho que vamos ter que fazer a eutanásia", depois destas palavras eu desabei, fiquei desasperada e não queria acreditar no que estava acontecendo. Liguei para a minha irmã (por que na realidade a cachorra é dela ... mas apenas para falar que é) e perguntei o que ela achava, se iamos a outros veterinários e tals, mas a única resposta que obtive foi "faz ué, se vira ai" e desligou.

Depois de avisado à veterinária tive que assinar uma autorização para que o procedimento fosse seguido. Me desesperei mais ainda, me senti uma assassina ou então a 'dona' do bando que assina um compromisso para os capangas obedecerem.

Então a veterinária, com os olhos marejados, me manda ficar ao lado dela, "Isso é muito difícil para o dono, mas pode ter certeza que para mim também". Não sabia o que fazer, não queria abandona-la, mas também não queria ver a cena.

E então a anestesia, ela fica mais calma e me olha com o "olhar cofap" (apelido que eu e minha irmã demos quando ela olha e embaixo fica um filete branco que dá um ar de dó impressionante, e o cachorro do comercial da Cofap fazia). Eu digo que ela vai ficar bem, vai encontar o Billy e prometi que ela não sentiria dor alguma.

E em segundos vi o seu peitinho parar de subir e descer com a respiração.

Nesse final de semana não consegui dormir, não consegui comer e o pior não conseguia parar de chorar e lembrar dessa cena.
Para poder ilustrar melhor o que digo ... assistam "Marley e Eu". Igualzinho.

Descansa em paz pretinha linda.



Mas uma coisa eu disse para a minha irmã: "A imagem vai sempre ficar na minha cabeça, eu nunca vou esquecer e muito menos te perdoar, pelo que você me fez ver. Mas de uma coisa você pode ter certeza, quem vai sempre ter o sentimento de culpa é você"

18 de junho de 2010

Medo ou preconceito?

Você já sofreu algum tipo de preconceito? Roupa, estilo músical, cor da pele, gorda, magra, de óculos ...

No ínício do mês eu fui ao teatro ver "A gorda", peça muito engraça e que nos pontuam de certas verdades. A história gira em torno de uma moça, gorda e feliz, que se apaixona por um cara. O cara também se sente atraido por ela, mas tem receio da opinião dos amigos e passa a peça inteira lutando contra isso.

Estou morrendo de vontade de contar o final, mas apenas posso pontua-los de que a peça é muito realista. Digamos um "drama-comédia".

Tenho alguns amigos que namoram e gostam de gordinhas, mas os seus comentários .. tsc tsc:
"Lógico que curtos as gordinhas, olha só para mim. Não posso conseguir coisa melhor"
"Foi o que me apareceu, melhor a cama cheia do que sem nada"
e por ai vai ...

Não vamos generalizar, tenho amigos que gostam de verdade e quando olham para alguma modelo falam "tá faltando carne ai" ou "que chata, nem tem onde pegar", etc.

Quando saí da peça fiquei pensando muito sobre o assunto. Pois eu também já sofri esse tipo de preconceito. Não sou gorda, mas é por que uso óculos.

Podem imaginar como a minha adolescencia foi, todos me chamando de 4 olho, de cega e várias outras coisas. Quando minhas amigas iam me agitar alguém sempre vinha um comentário do tipo "mas ela usa óculos" ou "não gosto de quatro olhos". Era tenso, mas eu não posso usar lente de contato e tive que me adaptar.

Quando tive o meu primeiro namorado achei que as coisas iam mudar, mas infelizmente nos 6 meses de namoro ele NUNCA quis me apresentar para os pais dele ou para os amigos de fora da escola (estudavamos juntos).

Ainda bem que existem as exceções e graças a elas aprendi a ser feliz e a confiar mais em mim. *-*

Apeça ainda está em cartz, corre por que vale a pena!!


Local: Teatro Procópio Ferreira

Preço(s): R$ 60,00 (sexta e domingo) e R$ 70,00 (sábado).
Data(s): Até 27 de junho de 2010.
Horário(s): Sexta e sábado, 21h30; domingo, 19h.


=**

18 de maio de 2010

É a arte que imita a vida?

Imagine um encontro inesperado, entre duas pessoas distintas, algo que ambos não esperavam e que no mesmo momento percebem algo. A timidez começa a dar espaço para a intensidade.
Há então uma mistura de sentimentos como a paixão, o desejo, o prazer, o ciúmes e a culpa. E de repente você descobre que esse tipo de sensação, de relacionamento, só acontece uma vez na vida.

Lindo imaginar tudo isso né? Em seguida vem o pensamento de que o príncipe encantado foi encontrado e o desejo de serem felizes para sempre. Não é mesmo?

Pena que as coisas não acontecem quando queremos ou precisamos. Por isso pensei muito sobre isso no ano passado e só agora criei coragem para escrever esse post, tenho medo de comprometer algumas amigas, mas o importante é não citar nomes.

Tenho muitas amigas que namoram a anos, algumas ainda vão casar, outras já casaram e as mais modernas "juntaram". O que vemos nesses casais é que o Amor está sempre presente, mas e a Paixão? Infelizmente com o tempo ela se esgota e dá espaço para o comodismo. Pronto, a receita para o casamento perfeito e eterno (igualzinho ao dos nossos avós).

Li isso na edição de Maio/2010 da revista Superinteressante. Aliás foi dela que tirei vários itens desse post.

Mas como disse anteriormente, nada acontece exatamente do jeito que queremos e nem quando queremos.

Dessas amigas citadas acima, tenho duas que passaram por uma situação complicada. Igualzinho a Francesca, vivida por Meryl Streep no filme "As pontes de Madison".

No filme Francesca é uma fazendeira de Iowa que vive (nem tão feliz) um casamento de 15 anos que lhe deram 2 filhos, logo no início sabemos qual o caminho escolhido pela personagem, pois é narrado pelos filhos que leem o testamento da mãe.

A família mal se fala. Um dia o pai vai com os filhos a uma feira, Francesca decide ficar em casa para descansar. Mas no 1º dia o fotógrafo da National Geographic, Robert Kincaid (Clint Eastwood) para em frente a sua propriedade para saber onde fica a famosa ponte.

Ela o acompanha, depois o convida para jantar e os quatro dias de folga de tornam quatro dias intensos e cheios de desejo e paixão. Exatamente como o descrito no parágrafo inicial.

A cena mais emocionante acontece quando ela decide ficar com o marido e os filhos, ele não entende, fica por perto e reaparece numa tarde chuvosa. Não vou descrever a cena inteira, mas você deve imaginar como foi. Eu fiquei louca, literalmente gritanto, pedindo para ela abrir a porta do carro e ir embora com ele.

Assim como Francesca, essas minhas duas amigas tomaram a mesma decisão. Hoje ambas estão bem e felizes, certas de que fizeram a escolha certa. Depois de momentos mega perturbadores e tensos, do qual acompanhei e dei conselhos.

Agradeço por isso não ter acontecido comigo, mas fico imaginando como seria e não consigo decidir por qual lado cair.

Mas e você?
Arriscaria tudo (anos de namoro/casamento; familia; amigos em comum; momentos ...) por uma paixonite que pode passar quando o comodismo chegar?
Ou ficaria em terra firme e continuaria a contruir o que já haviam começado, sabendo que também pode vir a acabar um dia?


=**

Detalhe: Nenhuma dessas minhas amigas viram o filme.

20 de abril de 2010

As "Pulseiras"

O ano era 2003, minhas amigas e eu estavamos super empolgadas. Foi o ano que aprendemos a andar de Skate e também passamos a conhecer pessoas diferentes e descobrimos que podemos gostar de vários estilos. Ninguém é preso a nada, a menos que queira.

Nessa época eu era fã da mais nova menina louca e estilosa que surgia, Avril Lavigne. Mas também sempre fui muito fã de Korn, Systen Of a Down, Guns n' Roses, etc ....
E como toda adolescente roqueira viviamos na Galeria do Rock, e foi ai que tivemos contato com elas. Sim, as pulseiras ... ditas hoje "do sexo".

E quando meu dei conta todos os meus amigos, homens e mulheres estavamos comprando e trocando as pulseiras. Elas nos deixavam mais estilosos e com mais cara de "Rock and Roll", se é que você me entende.

Olha as fotinhos ...

































Mas com o tempo algumas pessoas mudaram o jeito de se vestir, afinal começamos a trabalhar e tudo mais. Porém eu e alguns amigos ainda as usamos. Se você for em baladas Hard, vai ver uma porrada de gente usando. Nas de HC, também. Por que?? Não sei.
O que elas significam?? Também não sei, mas por que elas tem que segnificar alguma coisa?? São apenas pulseiras. Certo??

Mas o que vem acontecendo desde o final de 2009??

Alguns adolescentes da chamada "Geração Y" criaram um certo conceito, a divulgaram na net e infelizmente 2 adolescentes acabaram pagando o pato.
Por que?

Creio eu que essa nova geração é muito carente e gosta de chamar a atenção. Por isso gosta de criar o caos ou até mesmo uma feração ingênua e que acredita em tudo o que rola na internet.

O que podemos fazer com relação a isso??

Ignorar?? Pode ser uma boa idéia, conversar com eles? Melhor, mas isso vem de berço, né?

A única coisa que eu não quero é que pessoas continuem me parando na rua para falar que eu estou usando uma pulseirinha do sexo.


=**

9 de março de 2010

Duas "profissões"

Conforme o prometido, venho contar o meu trajeto até o show do Coldplay. E diga-se de passagem, foi mais interessante.

Como já havia falado, eu não ia ao show, mas nos 45 minutos do 2º tempo eu peguei a grana, sai do trabalho as 19h e acabei pegando um táxi para ir ao Morumba. Afinal de contas moramos em São Paulo e fiquei com um puta medo de pegar trânsito e de chegar mais atrasada do que já estava.

O Sr taxista que percorreu esse trajeto comigo foi super simpático e conversamos uma boa parte do trajeto sobre música. Meus amigos sempre acham que eu falo demais, porém não vejo isso como um problema.

Ele curte rock e fomos conversando de shows gringos aqui, dos que vimos e que não pudemos ir. E lógico que chegamos ao ponto crítico da conversa: "Essa nova geração tá perdida, não existem mais bandas de rock. Não existe mais banda boa"

E então comecei a achar que isso daria um bom post e comecei a fazer várias perguntas para ele, mas acabei me surpreendendo e mudando o foco do post.

O taxista se chama Rudemberg Almeida e é estudante de pscologia no Mackenzie (está temporariamente com a matricula trancada, mas garantiu que no ano que vem ele volta.) e decidiu ganhar uma graninha.

O mercado de trabalho é difícil para todos e infelizmente a idade conta muito. Então o Rudemberg decidiu virar taxista (trabalhar por conta própria) e juntar uma graninha para abrir o seu consultório. "Não quero trabalhar com RH" ele me garantiu.

Conversa vai, conversa vem, descobri que ele não se arrepende de ter escolhido essa profissão. Ele aproveita o táxi como um "consultório móvel" e colocar as histórias (algumas que podem ser contadas) num blog. Esse aqui ó: http://rudtaxista.blogspot.com/

Ele não conta só fofocas no blog não. Ele aproveita o espaço para mostrar o que acontece na cidade.

Achei a idéia mega interesante, afinal quem tem mais histórias para contar do que um taxista??

=**

9 de fevereiro de 2010

Fotografando pela vida

Neste sábado houve um encontro fotográfico do grupo Fotocultura onde umas 27 pessoas se encontraram para tirar umas fotos diferentes e também para fazer uma boa ação.


Foto por Yuri Bittar


Infelizmente os bancos de sangue de São Paulo estão com a cota baixa e agora no começo do ano é pior ainda por causa de férias, carnaval, etc. Lá encontramos pessoas que foram por conta própria e um grupo que foram em prol do GRAAC.

Veja como foi esse dia especial:





Eu infelizmente não posso doar sangue, veja abaixo se você pode ou não fazer a doação

Para ser um doador de sangue, basta:
• Ser saudável;
• Ter entre 18 e 65 anos;
• Pesar mais de 50 kg;
• Não ter comportamento de risco para doenças sexualmente transmissíveis ou transmitidas pelo sangue;
• Não fumar 2 horas antes ou após a doação;
• Não estar em jejum, fazer um lanche leve; evitar alimentos gordurosos (ex. manteigas, bacon, ovos, gordura animal, etc.) e refeições completas (almoço, jantar) nas 4 horas que antecedem a doação ;
• É obrigatória a apresentação de documento oficial com foto (RG, CTPS, RM, CRC, CNH, RNE).


Agora se você não puder avise aos seus pais, parentes, amigos ...
Agora uma listinha com os principais Hemocentros de São Paulo, escolha o mais próximo de você:

ASCS - Hospital Santa Clara (Hemocentro)
Alameda Paulista,200 - 1º andar/Bloco C

Banco de Sangue de São Paulo - Hospital A. C. Camargo
Rua Antonio Prudente, 211 - Liberdade

Banco de Sangue da Santa Casa
Rua Marques de Itu, 579 - V. Buarque

Banco de Sangue de São Paulo
Avenida Dr. Cardoso de Melo, 1340 - CJ. 141/42 - Vila Olimpia

Banco de Sangue do Hospital Albert Einstein
Avenida Albert Einstein, 627 - 4º andar - Morumbi

Banco de Sangue do Hospital do Coração
Rua Abílio Soares, 176 - Paraíso

Banco de Sangue do Hospital Paulistano
Rua Martiniano de Carvalho, 741 - Bela Vista

Banco de Sangue de São Paulo - Hospital Prof. Edmundo Vasconcelos
Rua Borges Lagoa, 1450 - Vila Clementino

Banco de Sangue do Hospital Samaritano
Rua Cons. Brotero, 1468 - 4º andar - Santa Cecília

Banco de Sangue do Hospital Sorocabana
Rua Faustolo, 1633 - Lapa

Centro de Hematologia de São Paulo
Avenida Brigadeiro Luis Antonio, 2533 - Jardim Paulista

Hospital Dom Silvério Gomes Pimenta (Hemocentro)
Alameda Voluntários da Pátria, 3693 - 1º andar - Santana


Gostaria muito de agradecer a oportunidade. E conto com vocês.


Foto por Yuri Bittar

=**

11 de janeiro de 2010

Medo de transporte público

Um sábado de sol e um convite para ir à galeria do Rock. Coisa comum no nosso dia-a-dia desde os 15 anos (mais ou menos), depois de uma tarde muito gostosa chega a hora de ir embora. Eu pego um ônibus e ele outro até ai tinha tudo para ser um dia comum.

Estranhamente, por ser sábado, o ônibus estava mega lotado e tive que ficar de pé na porta dos fundos. Quando estou sozinha no ônibus e sem o meu MP3 não tenho uma cara muito agradável, amigos que encontro sempre dizem “nossa que cara de brava”.

Mas, no ponto seguinte (ainda na Av. São João) uma mulher que aparentava ter uns 40 anos, um corte de cabelo bem moderno e uma cara de cansada, entrou falando ao celular. Toda atrapalhada e ficou do meu lado. Sem mais nem menos, nem olhando para ela eu estava, a mulher me cutuca e começa a puxar assunto.

Detalhe que ela começou falando sozinha e em um trajeto que durou cerca de 30 minutos descobri que ela era solteira, morava no centro (perto da Folha), que o carro quebrou e que estava indo visitar a mãe que mora na ZN. Só que era a 1ª vez que ela fazia esse trajeto de ônibus.

Achei isso um pouco engraçado, mas falei com ela sobre o trajeto do ônibus e a acalmei. A mulher estava em pânico só por que estava andando de ônibus e também por causa do trânsito.

Então ela começou a falar sobre política e quando eu ia descer ela me agradeceu e me disse que não vai consertar o carro, que algumas pessoas não merecem, mas ela quer viver num lugar melhor e sem poluição. Desci e me esqueci de perguntar o nome dela.

Mas fiquei pensando.
Todo mundo adora falar de sustentabilidade, a todo o momento somos rodeados por campanhas de “troque seu carro por uma bicicleta” e há também o dia nacional sem carro. Mas e ai?

Só que isso não faz parte de algumas pessoas. Quando cheguei em casa me lembrei de uma ex-colega de trabalho, uma menina que só de olhar para ela você diz que é filhinha de papai.

Um dia no trabalho ela chegou me perguntando assustada “Como você consegue andar de metrô ?” Fiquei com medo de responder e na real nem sabia o que responder para ela. Mas perguntei o motivo da pergunta.

Ela nunca tinha andado de metrô na vida, mas como o carro estava no conserto, o pai disse que não podia leve-la e como ela queria muito ir não teve outro jeito. Ela andou sábado, as 16h da estação Tucuruvi até a estação Santana e achou horrível e super perigoso.

Pois é. Mostrei uma foto do metrô Sé, durante a semana em horário de pico e ela quase teve um treco. Mandou concertarem o carro o quanto antes por que se não ela não ia mais sair de casa.

É pessoas, mudar e ajudar o mundo é apenas uma questão de querer. Apenas isso.

Pena que algumas pessoas não se acostumam.

E que venha 2012

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19 de novembro de 2009

Zona Norte ilhada

Quem mora na região norte de São Paulo sabe muito bem do que estou falando.
Depois que o Kassab resolveu, na pior época, executar as obras de ampliação da Marginal Tietê para novas pistas o transito piorou consideravelmente.

A ideia é bem interessante, confesso, mas acho que ela deveria ser feita em outro momento. Durante a semana o trânsito está insuportável, eu demorava 15 minutos de ônibus da minha casa até o metrô Santana, hoje eu demoro 30 minutos. Isso quando não tenho que descer uns 2 pontos antes e ir andando por que a Cruzeiro do Sul está entupida e ninguém anda.

Imagino quem dirige, além de ter que fazer caminhos alternativos e sair bem mais cedo de casa, tem que se preparar psicologicamente. Afinal ele não é o único que busca uma alternativa e um meio de não ficar tanto tempo parado.

Mas isso não se resume apenas aos dias da semana. O pouco tempo que temos para nos divertir é agora muito menor, gastamos (acho eu) cerca de 60% ou mais do nosso tempo para poder chegar a algum ligar.

Se você quiser se divertir no final de semana tem que sair de casa com muita antecedência, não importa se você vai de carro, ônibus ou metrô. A Zona Norte está um caos completo, ruas cheias, metrôs lotados, ônibus lentos e por ai vai.

O pior é que isso vai durar até o ano que vem, mas duvido que as obras não vão atrasar. Estou pagando para ver com vai ser esse fim de ano.


Boa sorte para nós!!


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15 de outubro de 2009

Barulho no busão

O transporte público é o meio mais utilizado pelos paulistas para se locomoverem, tanto na semana ao irem trabalhar ou até mesmo nos finais de semana para passeio. Mas devido o trânsito acabamos ficando dentro dos coletivos mais tempo do que queremos e parecemos sardinhas enlatadas no horário de pico.

Mas agora graças a tecnologia temos mais um grande problema nos meios de transporte: os aparelhos celulares e o caráter das pessoas.

Sinceramente eu acho que a tecnologia não pode ser para todos, afinal muitas pessoas não sabem como utilizar e acabam banalizando o que era para ser uma coisa divertida.

Por exemplo, quando você entra no ônibus e sempre tem uma pessoa com o celular ligado no viva-voz e escutando música muito alto. Infelizmente ninguém fala nada, nem mesmo o motorista ou o cobrador que (acho eu) estão lá para cobrar e controlar o que acontece lá dentro.

Muitas pessoas ignoram o aviso de que "É PROIBIDO O USO DE APARELHOS SONOROS Lei Municipal n.o 6.681/65″, e outros dizem que nunca viram.

Para quem nunca viu, aqui está.

Juro que eu gostaria de saber o que acontece com uma pessoa se ela infrige essa lei. Alguém sabe?

Pior é que se nada for feito a coisa pode piorar. Imaginem se quando você entra no ônibus tem uma pessoa escutando Funk, depois de alguns pontos entra outra pessoa escutando música Góspel. Então uma pessoa se irrita e liga o seu celular com um puta Sertanejo.

Isso sim seria o inferno na terra, não somente pelos estilos (mas verdade seja dita, nunca vi alguém com o celular no último escutando Rock. Os roqueiros sempre usam o fone de ouvido) mas pelo barulho.

O que falta nas pessoas é respeito e nada melhor que uma frase mega conhecida para justificar, "o que seria do rosa se todos gostassem do azul?"

Já vi pessoas pedirem para a pessoa sem noção desligar, algumas vezes deu certo, outras não. Mas eu sou adepta dessa posição, afinal não é no meio transporte o melhor modo de você mostrar o seu gosto musical. Por isso existem baladas, shows e comunidades, para você encontrar pessoas iguais a você. que tal?

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23 de junho de 2009

O Diploma

Finalmente depois de muito tempo o STF decidiu por 8 votos a 1 que o diploma de jornalistas não é obrigatório.

E ontem 200 pessoas inconformadas se encontraram na Av. Paulista e foram até o hotel onde o presidente do STF, ministro Gilmar Mendes, estaria para uma palestra.

O que eu não entendo é o porque de tanta preocupação.

Você não aprende a ser jornalista na faculdade, o que você tem é uma noção de como as coisas acontecem ou que deveriam acontecer. Na prática a coisa é muito diferente, e quem faz estágio vai concordar comigo.

Para ser jornalista você primeiro tem que ser BOM! Não adianta se matar na faculdade puxando o saco do professor e ficar no pé dos amigos para poder tirar nota.

Eu tenho (e tive) vários exemplos na minha sala de pessoas que vão se formar, mas que são uns merdas, desculpem o termo mas é a verdade. Pessoas que não sabem conjugar um verbo corretamente, que escrevem frases sem sentido, que não conhece o significado das palavras e que sequer sabem o que acontece no mundo. Notícias a la Sonia Abraão não vale.

Vocês acham que uma pessoa assim ganhar o cargo de jornalista? Talvez.
Afinal como em qualquer outra profissão, existem bons e maus profissionais. É a vida. Não é um diploma que vai mudar isso.

Quantos médicos, dentistas, administradores, advogados existem por ai com diploma e que são ruins? De tantas pessoas que fazem a faculdade, nem metade exerce a profissão.

Eu continuo com a decisão de terminar a faculdade mesmo assim, vou até o fim para não perder tudo o que eu já paguei, também porque eu adoro estudar e não consigo me imaginar fazendo outra coisa (ok, me chamem de nerd).

Acredito que o curso não vá terminar por causa disso. Mas tenho certeza de uma coisa, agora as pessoas vão pensar 10 vezes antes de escolher fazer jornalismo, assim vai diminuir o número de pessoas idiotas e que só fazem jornalismo por que querem ser famosos. Sério, um dia eu tive que escutar isso.

Mas também acredito que a exigência do diploma pode fazer com que os professores peguem mais no pé dos alunos, que eles queiram formar profissionais de verdade. Utopia? Pode ser. Mas precisamos de uma regularização, pois fazer jornalismo (de verdade!) não é para qualquer um.


b-joks
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8 de junho de 2009

Questões ético-jornalisticas

Ser jornalista é uma profissão muito complicada, assim como qualquer outra, porém muitas vezes podemos ver que existem conflitos entre o número de exemplares que serão vendidos e a informação real.

O filme “O Jornal” mostra bem como se dá esse conflito. O protagonista do filme trabalha no jornal “The Sun” que tem a fama de sensacionalista por causa de suas manchetes violentas, criativas e muitas vezes com o caráter comercial.

No decorrer da história ele tenta conciliar a gravidez de sua mulher com uma notícia incompleta sobre um assassinato, que pode ter sido cometido, ou não, por dois adolescentes negros. A matéria se torna interessante por se tratar de negros em um país em que ainda existe muito preconceito (na época do filme, hoje está muito diferente, vide Obama na presidência.)

Vemos então a grande crítica do filme sobre a importância de um veículo de comunicação na sociedade, podendo assim influenciar o julgamento.

Mas não para por ai, são 80 minutos de crítica aos erros éticos que a maioria dos jornais comete. Começando pelo roubo de informações, pois essa matéria seria publicada pelo concorrente, mas o protagonista a rouba quando vai fazer uma entrevista de emprego.

Querendo assumir um compromisso com a verdade o protagonista consegue uma fonte policial que é sigilosa, conhecida como fonte Off, que revela a verdade sobre os adolescentes inocentes. Com isso me lembrei de diversos casos de jornalistas presos por não revelar a fonte.

Ao mesmo tempo uma estagiária é mandada para a delegacia para conseguir fotos dos acusados, sem ao menos uma indicação de como fazer ou ao menos uma ajuda financeira. Isso por que uma única pessoa tem várias funções dentro do jornal e ganha como se fizesse uma, mas isso não é exceção do jornalilsmo, né?

O dead-line é uma coisa que deixa todo jornalista louquinho, e mesmo com horas de atraso o nosso protagonista quer publicar a verdade, contra a vontade da editora-chefe que prefere publicar do jeito que a matéria está e no dia seguinte publicar a verdade. Isso gera uma conflito muito grande e desesperador.

Uma outra questão que o filme retrata bem é o tempo que a pessoa não tem para a vida pessoal. O protagonista e a editora-chefe se dedicam quase que exageradamente a profissão causando assim o distanciamento familiar de ambos, do protagonista que quase perde o parto de sua esposa e da editora-chefe que é uma grande solteirona.

No final tudo acaba bem, mas infelizmente, na maioria das vezes, o final feliz só ocorre em Hollywood.

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28 de maio de 2009

O que é ser Nerd??

Dia 25 de Maio foi comemorado o Dia do Orgulho Nerd, mas muitas pessoas não entendem o que é ser nerd e vivem debochando dos pobre coitados.


Para algumas pessoas, nerd é aquela pessoa quadradona, branquela, com óculos enormes, vive na frente do PC, adora quadrinhos, não pega ninguém e ainda por cima de vestem muito mal e com o pentiado que a mamãe os fez usar quando pequenos, inspirados na década de 60.


Por isso decidi fazer um post para esclarecer algumas coisas, pois eu acho que existem diferentes tipos de nerd. De uma forma geral concordo uma uma observação que li um dia em algum blog, (mas que hoje não me recordo qual) que dizia: "Nerds não são os que perguntam, mas os que respondem".


Vamos começar tirando esse esteriótipo citado acima, existem nerds que se vestem muito bem, têm uma vida social, trabalham e lógico vivem no PC. Mas hoje em dia, quem não fica horas na frente do computador baixando programas, séries, música ou jogando video game, etc?

Então você me pergunta: O mundo está ficando nerd? Não!

Os nerds se aprofundam nos assuntos e por isso quando ficam mais velhos de tornam experts em determinados assuntos.

Existem também um outro tipo de nerd que sabe de tudo um pouco e sempre tem uma resposta na ponta da lingua, são nerds sociáveis, particularmente eu me considero uma nerd sociável, já namorei nerds e adoro ter amigos nerds.

Posso afirmar que como amigos eles são grandes pessoas e que podem fazer você se divertir muito, como namorados eles são os melhores pois sabem o que você realmente quer (afinal, ficar tanto tempo na frente do PC pesquisando e lendo sobre diversas coisas serviram para alguma coisa). Nós só precisamos entender quando eles estão super concentrados numa fase do Zelda ou super enpolgados com um novo Guitar Hero, enquanto você quer sair ou fazer outras coisas.

Nerds são pessoas adoráveis, então pense bem antes de sair pegando no pé de algum deles ou até mesmo dar um fora em um cara. Concordo que o tipo quadradão é bem complicado, então reze para que um nerd sociável caia na sua rede. haha

Para ilustrar e divertir um pouco vou linkar um vídeo muito divertido e verdadeiro, Os semi novos com a música Garota, escolha já o seu nerd. Reparem na parte do Guitar Hero, é MARA!! hauhauhauh

http://www.youtube.com/watch?v=QqZ3PNU7V2g

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7 de maio de 2009

Um viva para a ciência ...

No ano de 2004 uma mulher de 41 anos briga com o marido, o motivo é desconhecido mas também sem importância, pois não justifica o que ele causou a Connie Culp.

A cada dia que passa fica mais comum as notícias sobre pessoas que não conseguem controlar os seus sentimentos e as consequências que eles causam. Algumas vezes o resultado é a morte, para alguns os danos são psicológicos e para outros físicos, como foi o caso dessa americana.

Connie levou um tiro no rosto que a fez perder o nariz, a parte superior da boca e a inferior das pálpebras. Durante esse tempo ela foi submetida a várias cirurgias, não conseguia comer nada sólido e respirava pela traquéia.

A admiro muito, afinal ela demonstrou ser uma pessoa forte, em 5 anos ela passou por 30 cirurgias e a última que ocorreu em dezembro de 2008 durou 22 horas. Nessa última cirurgia ela ganhou um novo rosto, que foi doado pela família de uma mulher que morreu pouco antes do transplante.




Ela não está perfeita, não voltou a ser o que era antes, mas podemos dizer que agora ela tem um rosto que consegue se alimentar e respirar. Até achei engraçado os costumes americanizados falando mais alto, quando ela disse na coletiva que a primeira coisa que ela fez foi comer um pedaço de pizza, hamburguer e refrigerante.

Admiro muito quem escolhe ser médico e leva a sua profissão a sério, cuidar da vida das pessoas e dar vida a outras é fantástico. Infelizmente não tenho a menor aptidão para tal, mas sei reconher um bom trabalho e Connie também, "Vocês não tem que se concentrar no meu rosto, mas sim no feito dos médicos".


Incrível como a vida dela mudou rádicalmente em 5 anos, garanto que muita gente não aguentaria. Connie se transformou num exemplo de vida e de força de vontade.

Thomas, o seu ex-marido, pegou apenas 7 anos de prisão. Será que ele imagina o que causou a ela? O acontecerá quando ele sair? Será que ele vai ao menos pedir desculpas?


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28 de abril de 2009

Quem diria ...

Ela é conhecida popularmente como maconha, mas algumas pessoas a chamam de erva, baseado, beck, fino, perninha-se-grilo e outras inventam um jeito de chamá-la para não chamar a atenção.

Mas as coisas estão mudando e parece que ela vai começar a fazer parte da nossa vida. Se não for atravéz do fumo vai ser de outro jeito, pois os "agricultores" da erva estão pensando em formas de aproveitar os seus nutrientes.

Os defensores e os plantadores ganharam o apoio do deputado estadual da Califórnia, Tom Ammiano, que apresentou um projeto de lei para a sua legalização afirmando que ela pode ser uma arma contra a crise econômica mundial.

Segundo a matéria publicada no site da Superinteressante os “maconhais” californianos arrecadam US$ 14 bilhões informais por ano! Para piorar, o governo norteamericano gasta mais de US$ 70 bilhões anuais para repreender – inutilmente! – os adeptos do baseado.

O incrível é que em San Diego, na Califórnia, há um produto chamado 'Hemp Milk' que é sucesso de vendas nas lojas de produtos naturais. Vendidos nos sabores original e baunilha o principal ingrediente do leite orgânico é a maconha.



Alguns especialistas falam que o produto é rico em vitaminas e é bom para pacientes com deficiência de ácidos graxos essenciais, crianças e atletas. E garante que ele não causa alucinações aos usuários.

O negócio ainda é pequeno, mas a empresa Living Harvest, produtora do leite, está de mundanã para uma fábrica maior e está com idéias para a exportação. Mas aqui no Brasil não será fácil, já que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibiu sua entrada no Brasil.

Eu não uso nenhum tipo de droga, a não ser o álcool, mas eu esperimentaria o leite numa boa.
Mas o que você acha? Consumiria o leite de maconha?


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