Realmente faz mto tempo que eu não passo por aqui. Mas são tantos acontecimentos, a minha net continua uma bosta e ai perco o tesão.
Porém prometo voltar a postar regularmente. ^^
Feliz 2011 para você ... mesmo depois de 21 dias do ano novo =P
Comecei 2011 com o pé direito e com um espaço preenchido no meu coração. Como é bom amar e ser amado né? Depois conto detalhes, por enquanto fiquem com uma música fantástica do cantor mais phoda.
Beijoks
21 de janeiro de 2011
29 de novembro de 2010
Aventuras de um TCC
Você fica 3 anos da sua vida acadêmica esperando esse momento. Afinal, ele marca o começo de um novo ciclo na sua vida, o término de uma especialização em algo que, provavelmente, você gosta muito e que escolheu para o resto da sua vida.
Mas sempre há os seus probleminhas, né?
Brigas e discussões passam a ser frequentes e sem contar a total falta de comprometimento de algumas pessoas.
Desde a escolha do tema o meu grupo vem discutindo, coisas banais aconteceram e coisas bem tensas também.
É incrível como no último ano de faculdade existem pessoas que copiam coisas da internet e acham que ninguém vai descobrir, incrível como uma pessoa não sabe e não quer usar as normas da ABNT, e ainda alega que não sabe usar. Acho que essa pessoa não conhece o GOOGLE.
Ou então a pessoa que não sabe organizar o seu tempo. Trabalhar, estudar, namorar, sair com os amigos, família ... Todos TEMOS que fazer essas coisas, mesmo durante o TCC para não pirar, mas tem pessoas que não conseguem fazer as coisas dentro dos prazos e sempre tem uma desculpa na ponta da língua.
Eu tenho amigos me odiando muito por eu ter “sumido” nos últimos dias, minha mãe reclama do computador ligado até de madrugada, o love reclama que eu saio cedo de um role para terminar alguma coisa do trabalho. E ai?
Acho que a palavra mesmo é comprometimento.
Mas enfim, a primeira parte está feita e foi entregue hoje.
Estou com medo e mega ansiosa. A pré-banca é na semana que vem, dia 06/12.
E estou com medo também. Medo do que algumas pessoas podem vir a me proporcionar no ano que vem. A parte mais jornalística do TCC e a mais tensa.
OBS: este post é um desabafo
Mas sempre há os seus probleminhas, né?
Brigas e discussões passam a ser frequentes e sem contar a total falta de comprometimento de algumas pessoas.
Desde a escolha do tema o meu grupo vem discutindo, coisas banais aconteceram e coisas bem tensas também.
É incrível como no último ano de faculdade existem pessoas que copiam coisas da internet e acham que ninguém vai descobrir, incrível como uma pessoa não sabe e não quer usar as normas da ABNT, e ainda alega que não sabe usar. Acho que essa pessoa não conhece o GOOGLE.
Ou então a pessoa que não sabe organizar o seu tempo. Trabalhar, estudar, namorar, sair com os amigos, família ... Todos TEMOS que fazer essas coisas, mesmo durante o TCC para não pirar, mas tem pessoas que não conseguem fazer as coisas dentro dos prazos e sempre tem uma desculpa na ponta da língua.
Eu tenho amigos me odiando muito por eu ter “sumido” nos últimos dias, minha mãe reclama do computador ligado até de madrugada, o love reclama que eu saio cedo de um role para terminar alguma coisa do trabalho. E ai?
Acho que a palavra mesmo é comprometimento.
Mas enfim, a primeira parte está feita e foi entregue hoje.
Estou com medo e mega ansiosa. A pré-banca é na semana que vem, dia 06/12.
E estou com medo também. Medo do que algumas pessoas podem vir a me proporcionar no ano que vem. A parte mais jornalística do TCC e a mais tensa.
OBS: este post é um desabafo
13 de outubro de 2010
Aventura em Itu
Quando o SWU foi anunciado, rolou uma certa euforia.No início eu fiquei puta com os valores, até que eles lançaram o lote promocional de R$95,00 reais em 6x sem juros. Opa! Fizeram a alegria da pobre aqui. haha
Queria ter tido grana para ir nos outros dias, mas o dia 11 foi fantástico e era o que tinha a quantidade de bandas que eu mais gostava.
A ansiedade foi enorme, quase não dormia direito. No dia 11 ás 07h30 já estava no metrô Saúde com a galera para encontrar a empresa que nos levou para ITU. Muita animação. Até chegarmos-la.
Com um pequeno atraso chegamos em Maeda umas 10h30 e corremos para a fila. A abertura dos portões estava prevista para as 12h. Ficamos esperando ... e nada. Os monitores não sabiam explicar o motivo da demora, o sol começava a ficar mega forte e então quando deu umas 14h00 nos liberaram.
Só que o "inferno" estava apenas começando. Sim, tinha mais uma entrada onde seriamos revistados. Só que demorou muito, todo mundo aglomerado (por que juntaram também as pessoas que estavam na outra entrada), e começaram a nos dizer coisas que não poderiam entrar como desodorante, maquiagem, perfume, etc.
Uma galera se revoltou e começou a chover, literalmente, bolacha, desodorante, papel higienico e tudo mais que vocês podem imaginar. Foi uma "porquisse" sem tamanho. Tudo isso para uma mulher olhar a minha mochila por cima, ela se quer colocou a revirou ou colocou a mão dentro para ver o que tinha.
Então eu achei que ia conseguir entrar, mas a alegria durou pouco, depois da zona eles queriam que a gente se dividisse (homens de um lado e mulheres de outro) para a segunda revista. Demorou muitooo e para variar os homens passavam e a mulherada continuava.
Nunca vi tanta confusão!!!


Mas depois confesso que a decepção foi esquecida.
O lugar era enorme e tinha muitos stands legais como a da revista Rolling Stones, o do Fast da Nestle, as bikes para dar uma esquentadinha e uma torre de Heineken. Tirei várias fotos, mas acabei perdendo a máquina, por isso as fotos daqui são de amigos ou da net. =/
A estrutura dos palcos foram fantásticas, os shows maravilhosos.
O lugar era enorme e tinha muitos stands legais como a da revista Rolling Stones, o do Fast da Nestle, as bikes para dar uma esquentadinha e uma torre de Heineken. Tirei várias fotos, mas acabei perdendo a máquina, por isso as fotos daqui são de amigos ou da net. =/
A estrutura dos palcos foram fantásticas, os shows maravilhosos.
Dou destaque para os meus preferidinhos: Avenged Sevenfold e Incubus.
Tocaram as melhores músicas e a performance foi de surpreender. Ai ai, ainda tô sonhando com eles.
Depois para os queridos do Linkin Park, pena que o novo CD não está tão legal quanto os outros, mas as músicas antigas agitaram e foram fantásticas. E o Queens Of the Stone Age, o que foi aquele show? Os caras são demais, me surpreenderam.
Depois para os queridos do Linkin Park, pena que o novo CD não está tão legal quanto os outros, mas as músicas antigas agitaram e foram fantásticas. E o Queens Of the Stone Age, o que foi aquele show? Os caras são demais, me surpreenderam.E vou confessar. Respeito muito o talento e a importância dos irmãos Cavalera, mas não consigo ficar escutando eles por muito tempo, me irritam. Sei lá. Mas o show foi bom, agitaram muito e tocaram paks.
Ahh, só mais uma crítica para que o #SWU2011 seja ainda melhor, o intervalo entre as bandas é muito curto. Eu demorei horrores para sair do palco do Avenged até o palco do Incubus, era gente demais, num espeça relativamente pequeno (por conta das muitas grades). Quando cheguei eles estavam começando a 2º música, poxa 10 min é pouco tempo de intervalo.
É isso, no geral eu gostei bastante e até penso em ir no próximo, mas melhorem algumas coisinhas, ok?
Bjoks
PS: Quero casar com o M. Shadows

17 de agosto de 2010
Bienal 2010
Que eu Amo ler já não é mais novidade e devido a esse amor um evento anual em São Paulo que eu nunca perco é a Bienal.
A maioria das vezes vou apenas para passear, pois vamos falar bem a verdade. A Bienal não é um evento de descontos, mas sim de quantidade e de qualidade, que se resume em reunir várias editoras e trazer até mesmo livros "raros". Se você for com o pensamento de "vou atualizar horrores a minha biblioteca particular" mas não vai com muita grana. Sorry.
Mas não quero desmotiva-los, muito pelo contrário. A Bienal desse ano foi bem diferente e pode se resumir em apenas uma palavra: FANTÁSTICA.
Por 2 motivos.
Primeiro, consegui comprar 2 livros do Bukowski, o "O amor é um cão dos diabos" tava difícil viu, nem em Sebo eu estava dando sorte. Consegui achar um livro do Contardo Caligaris. Livros que foram muito bem indicados e depois eu conto como foi a leitura.


A maioria das vezes vou apenas para passear, pois vamos falar bem a verdade. A Bienal não é um evento de descontos, mas sim de quantidade e de qualidade, que se resume em reunir várias editoras e trazer até mesmo livros "raros". Se você for com o pensamento de "vou atualizar horrores a minha biblioteca particular" mas não vai com muita grana. Sorry.
Mas não quero desmotiva-los, muito pelo contrário. A Bienal desse ano foi bem diferente e pode se resumir em apenas uma palavra: FANTÁSTICA.
Por 2 motivos.
Primeiro, consegui comprar 2 livros do Bukowski, o "O amor é um cão dos diabos" tava difícil viu, nem em Sebo eu estava dando sorte. Consegui achar um livro do Contardo Caligaris. Livros que foram muito bem indicados e depois eu conto como foi a leitura.


Depois fui a uma palestra. Sim, esse ano a Bienal tem uma programação de palestras e de temas bem diversos e divertidos.
Como não poderia deixar de ser fui ver a palestra "O que é ser jornalista". Com nada mais e nada menos com o Caco Barcellos e o Rafael do programa 'Profissão Repórter', o Alberto Dines do Observatório da Imprensa, o Armando Antenore da revista Bravo! e a Lilian do Projeto Viração.
Simplesmente fantástica!!!
Como não poderia deixar de ser fui ver a palestra "O que é ser jornalista". Com nada mais e nada menos com o Caco Barcellos e o Rafael do programa 'Profissão Repórter', o Alberto Dines do Observatório da Imprensa, o Armando Antenore da revista Bravo! e a Lilian do Projeto Viração.
Simplesmente fantástica!!!
Nessa palestra eles falaram que para ser jornalista e que independente de o diploma ser obrigatório ou não, o importante é ser apaixonada pelo jornalismo e ter alegria de exercer a profissão e faze-la direito.
As palavras do Caco me fizeram pensar que eu quero ser uma "jovem jornalista" assim como ele é e se considera té hoje, "Quando eu estava chegando, uma pessoa me parou no estacionamento e me perguntou se eu estava no melhor momento da minha vida e da minha carreira. Pensei um pouco e respondi que sim, estou muito feliz e o mais legal é que essa felicidade é examtamente igual aquela que eu sentia no início da carreira. E a mesma alegria que senti durante todos esses anos".
Fofo demais né? Ele manda super bem e faz a gente se sentir bem com a profissão que escolhemos. Assim com o Alberto Dines que afirmou não ser contra a internet, mas que ainda acredita no banco de dados que é a troca de experiência por faixa etária. "A experiência humana é a coisa mais fantástica do mundo, um privilégio chamado convívio".
Rafael concorda com ele, mas também falou sonbre como saber usar a internet a seu favor.
A Lilian foi a revolucionária da roda. Afirmou que criou o projeto (para os jovens falarem) pois queria colocar as ideias em prática, "Queriamos ver como os jovens iam pautar a sociedade, o que eles pensam sobre o que os certa, eles falam aquilo que querem falar para o mundo inteiro".
Além disso todos comentaram que o 'ser jornalista' não é luxo e não há privilégios, a não ser a conquista pessoal. Afirmando sempre que um profissional tem que desconfiar de tudo, tem que ser crítico "Se não ele não é jornalista, mas sim meio jornalista", concluiu Dines.
Armando comentou que na faculdade aprendemos somente sobre a grande mídia e que nem sempre ela é o melhor caminho para se fazer um bom jornalismo, "Os músicos já fazem isso, eles usam a internet para divulgarem os seus trabalhos e as suas ideias. Com o jornalismo não pode ser diferente, temos que nos adaptar e fazer o que queremos, mesmo que não vá viver apenas isso".
Ai ai, saí mega satisfeita da feira. E a cada dia que passa sabendo que escolhi a profissão certa.
Para terminar cada um indicou um livro ou autor:
Caco - Suje-se Gordo
Rafael - Hiroshima
Dines - Cao Mai
Armando - Guimarães Rosa
=**
As palavras do Caco me fizeram pensar que eu quero ser uma "jovem jornalista" assim como ele é e se considera té hoje, "Quando eu estava chegando, uma pessoa me parou no estacionamento e me perguntou se eu estava no melhor momento da minha vida e da minha carreira. Pensei um pouco e respondi que sim, estou muito feliz e o mais legal é que essa felicidade é examtamente igual aquela que eu sentia no início da carreira. E a mesma alegria que senti durante todos esses anos".
Fofo demais né? Ele manda super bem e faz a gente se sentir bem com a profissão que escolhemos. Assim com o Alberto Dines que afirmou não ser contra a internet, mas que ainda acredita no banco de dados que é a troca de experiência por faixa etária. "A experiência humana é a coisa mais fantástica do mundo, um privilégio chamado convívio".
Rafael concorda com ele, mas também falou sonbre como saber usar a internet a seu favor.
A Lilian foi a revolucionária da roda. Afirmou que criou o projeto (para os jovens falarem) pois queria colocar as ideias em prática, "Queriamos ver como os jovens iam pautar a sociedade, o que eles pensam sobre o que os certa, eles falam aquilo que querem falar para o mundo inteiro".
Além disso todos comentaram que o 'ser jornalista' não é luxo e não há privilégios, a não ser a conquista pessoal. Afirmando sempre que um profissional tem que desconfiar de tudo, tem que ser crítico "Se não ele não é jornalista, mas sim meio jornalista", concluiu Dines.
Armando comentou que na faculdade aprendemos somente sobre a grande mídia e que nem sempre ela é o melhor caminho para se fazer um bom jornalismo, "Os músicos já fazem isso, eles usam a internet para divulgarem os seus trabalhos e as suas ideias. Com o jornalismo não pode ser diferente, temos que nos adaptar e fazer o que queremos, mesmo que não vá viver apenas isso".
Ai ai, saí mega satisfeita da feira. E a cada dia que passa sabendo que escolhi a profissão certa.
Para terminar cada um indicou um livro ou autor:
Caco - Suje-se Gordo
Rafael - Hiroshima
Dines - Cao Mai
Armando - Guimarães Rosa
=**
26 de julho de 2010
O Caso Cine Belas Artes
Eu acho incrível como as pessoas do Twitter fazem campanhas para as coisas mais bestas que possamos imaginar. Os conhecidos TT's BR sempre deixam a desejar.
A internet é uma ferramenta fantástica e temos que usá-la em prol da cidadania, temos que saber a impotância e a força que essa ferramenta nos oferece.
Por isso o grande amigo Thiago Meia e eu, além de algumas (poucas) pessoas no twitter, estamos fazendo uma campanha para ajudar o Cine Belas Artes a ganhar um novo patrocinador.
Explico:
O Cinema foi inaugurado na década de sessenta e já passou por vários "perrengues" até que o cineasta André Sturm, da Pandora Filmes assumiu a direção do Cine junto com a O2 de Fernando Meirelles. Foi ai que aconteceu o patrocínio do banco HSBC, mas em Março desde ano o banco deidiu reincidir o contrato, como pode ser visto aqui
.
Sturm afirmou que se não conseguir um patrocinador terá que fechar o cinema.
Várias pessoas estão se mobilizando, vários jornais noticiaram o fato, mas infelizmente ninguém parece querer patrciná-lo.
O blog Patrocinem o Cine Belas Artes , foi criado com a intuição de chamar a atenção de alguns empresários e está divulgando a programação do cinema. Assim como o Twitter @belasartescine que mostra as novidades.
O Cine Belas Artes merece o nosso apoio, afinal ele é um dos poucos cinemas que ficam na rua, que se localiza na melhor avenida da cidade, faz o noitão, passa filmes conhecidos como "lado B" e reuni gente de todas as tribos.
Até o mês de setembro 17 restaurantes paulistanos criaram a campanha "Salve o Belas Artes: Tudo Pode Dar Certo”, onde de segunda a quinta você assiste a um filme por R$5 e ainda ganha uma sobremesa em um desses restaurantes.
Vamos lá, juntem a galera para ir ao cinema, coloquem no twitter a hashtag #salvemobelasartes.
Pois é triste saber que ele pode ser substituído por um puteiro ou coisa parecida.
=**
A internet é uma ferramenta fantástica e temos que usá-la em prol da cidadania, temos que saber a impotância e a força que essa ferramenta nos oferece.
Por isso o grande amigo Thiago Meia e eu, além de algumas (poucas) pessoas no twitter, estamos fazendo uma campanha para ajudar o Cine Belas Artes a ganhar um novo patrocinador.
O Cinema foi inaugurado na década de sessenta e já passou por vários "perrengues" até que o cineasta André Sturm, da Pandora Filmes assumiu a direção do Cine junto com a O2 de Fernando Meirelles. Foi ai que aconteceu o patrocínio do banco HSBC, mas em Março desde ano o banco deidiu reincidir o contrato, como pode ser visto aqui
.
Sturm afirmou que se não conseguir um patrocinador terá que fechar o cinema.
Várias pessoas estão se mobilizando, vários jornais noticiaram o fato, mas infelizmente ninguém parece querer patrciná-lo.
O blog Patrocinem o Cine Belas Artes , foi criado com a intuição de chamar a atenção de alguns empresários e está divulgando a programação do cinema. Assim como o Twitter @belasartescine que mostra as novidades.
Até o mês de setembro 17 restaurantes paulistanos criaram a campanha "Salve o Belas Artes: Tudo Pode Dar Certo”, onde de segunda a quinta você assiste a um filme por R$5 e ainda ganha uma sobremesa em um desses restaurantes.
Vamos lá, juntem a galera para ir ao cinema, coloquem no twitter a hashtag #salvemobelasartes.
Pois é triste saber que ele pode ser substituído por um puteiro ou coisa parecida.
=**
13 de julho de 2010
Rock in life

A memória mais antiga que tenho guardada com muito carinho é a seguinte:
Eu com 6 anos, na casa da minha vó com a minha mãe (meus pais tinham acabado de se separar) e no nosso pequeno quartinho eu assobiava Patience do Guns. e ficava de um lado para o outro cantando "Dream On, Dream On, Dream On" sem parar pois eu não sabia cantar o resto da música do Aerosmith. Sem contar que quando eu vi uma foto do Bon Jovi falava "moço bonito!", bom gosto desde sempre. há
Eu com 6 anos, na casa da minha vó com a minha mãe (meus pais tinham acabado de se separar) e no nosso pequeno quartinho eu assobiava Patience do Guns. e ficava de um lado para o outro cantando "Dream On, Dream On, Dream On" sem parar pois eu não sabia cantar o resto da música do Aerosmith. Sem contar que quando eu vi uma foto do Bon Jovi falava "moço bonito!", bom gosto desde sempre. há
Minha mãe também me apresentou muitas bandas brasileiras como: Legião Urbana, Titãs, RPM, Paralamas do Sucesso, Nenhum de Nós, Plebe Rude ....
O mais engraçado é que quando eu ia para a casa do meu pai (na época ele era um pai de verdade), ele me falava que essas bandas que minha mãe gostava eram muito ruins e que eu tinha que escuta coisa boa. Os exemplos que tive dele? Sex Pistols, Bad Religion, Dead Kennedys e por ai vai.
E como eu queria agradar a todos e eles também queriam me agradar, acabava escutando de tudo. Tenho fotos lindissimas dessa época (preciso scanear) em que eu estou usando um all star de cano alto *_*
Com o tempo vamos amadurecendo e criando o nosso prórpio estilo, os amigos acabam nos influênciando e tals, mas nunca deixei de escutar Rock. Havia brigs homéricas com a minha irmã, disputavamos o rádio, pois como toda família tem uma olvelha negra ... a minha irmã se tornou pagodeira.
No colégio comecei a conhecer mais de metal, o meu primeiro namorado era vidrado em Metallica e me fez ficar viciada também. Achava o máximo andar com ele e
os amigos dele. Aprendi muito e conheci muitas bandas novas.
Tive amigos que me falavam "Você tem que conhecer essa banda", e como eu era meio "Pop" na escola fiquei amiga de muita gente que curtia de tudo e o melhor eles sempre me davam os cds. Sempre gostei de conhecer coisas novas, com eles conheci The Cult, The Verve, Foo Fighters, Nirvana, Offspring, Blind Pigs, NOFX, MXPX, The Doors, entre outras coisas.
Nessa época aprendi a tocar violão. Comecei na igreja e depois os amigos foram tomando esse lugar.
E eis que conheço uma banda chamada "Tróia", eles tocavam HC melódico e me chamaram a atenção. Ficamos muito amigos e além de organizar os shows conheci muitas bandas como Millencolin, Dead Fish, Ignite, Face to Face, Alexisonfire, Nitrominds e também comecei a frequentar a cena "Under". Conheci o Hangar 110 e a Tribe House que faziam mega sucesso e acabei tendo contato com bandas como Sugar Kane, Houdini, Envydust, Fresno e NX Zero (no começo eles eram bons).
Época muito divertida! Todos os meus amigos tinham bandas e eu também tive uma, banda Sêmem. Isso mesmo, uma banda com 5 meninas que infelizmente não vingou. Tivemos até um bar que se chamava "ZN Atack", era o nosso "point", nos encontravamos todo o domingo para conversar, ouvir a banda de nossos amigos e trocar experiências. Foi nessa época que aprendi a andar de Skate.
O mais engraçado é que quando eu ia para a casa do meu pai (na época ele era um pai de verdade), ele me falava que essas bandas que minha mãe gostava eram muito ruins e que eu tinha que escuta coisa boa. Os exemplos que tive dele? Sex Pistols, Bad Religion, Dead Kennedys e por ai vai.E como eu queria agradar a todos e eles também queriam me agradar, acabava escutando de tudo. Tenho fotos lindissimas dessa época (preciso scanear) em que eu estou usando um all star de cano alto *_*
Com o tempo vamos amadurecendo e criando o nosso prórpio estilo, os amigos acabam nos influênciando e tals, mas nunca deixei de escutar Rock. Havia brigs homéricas com a minha irmã, disputavamos o rádio, pois como toda família tem uma olvelha negra ... a minha irmã se tornou pagodeira.
No colégio comecei a conhecer mais de metal, o meu primeiro namorado era vidrado em Metallica e me fez ficar viciada também. Achava o máximo andar com ele e
os amigos dele. Aprendi muito e conheci muitas bandas novas.Tive amigos que me falavam "Você tem que conhecer essa banda", e como eu era meio "Pop" na escola fiquei amiga de muita gente que curtia de tudo e o melhor eles sempre me davam os cds. Sempre gostei de conhecer coisas novas, com eles conheci The Cult, The Verve, Foo Fighters, Nirvana, Offspring, Blind Pigs, NOFX, MXPX, The Doors, entre outras coisas.
Nessa época aprendi a tocar violão. Comecei na igreja e depois os amigos foram tomando esse lugar.
E eis que conheço uma banda chamada "Tróia", eles tocavam HC melódico e me chamaram a atenção. Ficamos muito amigos e além de organizar os shows conheci muitas bandas como Millencolin, Dead Fish, Ignite, Face to Face, Alexisonfire, Nitrominds e também comecei a frequentar a cena "Under". Conheci o Hangar 110 e a Tribe House que faziam mega sucesso e acabei tendo contato com bandas como Sugar Kane, Houdini, Envydust, Fresno e NX Zero (no começo eles eram bons).Época muito divertida! Todos os meus amigos tinham bandas e eu também tive uma, banda Sêmem. Isso mesmo, uma banda com 5 meninas que infelizmente não vingou. Tivemos até um bar que se chamava "ZN Atack", era o nosso "point", nos encontravamos todo o domingo para conversar, ouvir a banda de nossos amigos e trocar experiências. Foi nessa época que aprendi a andar de Skate.
Depois disso tive um namorado que me apresentou para o Killers, Kaiser Chiefs, Le Tigre, Kings of Leon, Stereophonics e muita coisa Indie.

Algum tempo depois, já na faculdade, tive um aniversário em um bar novo que se chamava "The Clock". Assim que entrei no lugar já me apaixonei, na época era bem vazio (diferente de hj, que há brigas para se ter uma mesa), aquele lugar com aparência de lanchonete dos anos 60, com os bancos de vinil vermelho, as pessoas dançando e a banda fantástica com um vocalista de topete e la Elvis.
Me apaixonei e não consegui mais parar de frequentar o lugar, até trabalhei lá, fiz grandes amigos de músicos a clientes que me mostraram como dançar é bom e como ouvir bandas fantásticas como Beatles, Elvis, Jerry Lee Lewis, Johne Cash, Dick Brave, Carls Perkings, Bill Haley & His Comets, Stray Cats ...
Hoje estou muito mais voltada para o Rockabilly, mas não deixo de escutar todas as bandas citadas entre outras. Afinal gostar de uma coisa só é chato, há tanta coisa boa por ai.Gosto de Rock e não de um estilo específico de Rock. Sou eclética, mas curto coisa boa. Esse negócio de Happy Rock não tá com nada, ECA!!!
E viva o dia do Rock!!! \m/
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